28 de julho de 2020

Segmento de luxo

Enquanto mercado se retrai, Porsche vende 84% a mais

Jota Pompílio, editor

 

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Sinceramente, o Brasil é o país em que a lógica, às vezes, não bate, não fecha, não dá certo! Beira até ao surreal!  Quer ver? Quem diria que no meio da pandemia só daria carro de luxo?  O balanço de vendas no primeiro semestre deste ano mostrou que o consumidor “estribado” – num cearencês se expressando -, isto é, de poder aquisitivo alto,  não se “acanhou” ao comprar.  Assim como todo o mercado, as marcas de luxo também apresentaram retração. Entretanto, a queda de vendas foi muito menor se compararmos com as marcas de grande volume ( Volkswagen, GM, Toyota…).

Porsche Cayenne Turbo Coupe 75

Porsche Cayenne Turbo Coupe

No caso da fabricante de luxo, houve um aumento de vendas bastante expressivo no período da pandemia. A Porsche vendeu 1.326 unidades de janeiro a junho, um aumento de 84% em relação ao mesmo período do ano passado, 2019, quando vendeu 718 carros. Marca essa que terá a mais nova filial no Brasil, em Fortaleza, Ceará, prevista para dezembro de 2020 sob a batuta do Grupo Newland.

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RAM

Picape premium

Pelos números, a RAM também “pegou ar”, se avolumou e cresceu ainda mais 141%, com vendas de 803 picapes neste ano. As demais marcas perderam em relação ao primeiro semestre do ano passado, mas com quedas bem inferiores às marcas de grande volume.

Sinal de menos

A Land Rover foi a que menos perdeu, queda de 10,6% e vendas de 2,4 mil carros. E seguida vem a Caoa Chery, com 7.386 unidades este ano e queda de apenas 13,4%.

BMW (queda de 20,5%), Volvo (-24,3%), Lexus (-27,7%) e Audi (-32,8%) estão entre as marcas que menos perderam mercado este ano.

 

 

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