Especialista em Nutrição

Ticyana Falcão passa a atender seus pacientes em um novo espaço no BS Design

Por Gabriela - Em 12 de julho de 2021

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Ticyana Falcão

Destaque na cidade pela sua arquitetura inovadora e por possuir conceito norte-americano A, atendendo a uma série de requisitos na engenharia, tecnologia, segurança e sustentabilidade, o BS Design segue recebendo empresas que buscam um maior destaque no mercado.

Quem resolveu instalar sua clínica de nutrição por lá foi Ticyana Falcão, Especialista em Nutrição Funciona l pelo Centro de Nutrição Funcional Vp e especialista em Nutrição Clínica Esportiva pelo Instituto de Pesquisa IPGS.

Com experiência clínica de mais de oito anos, Ticyana promove uma atuação que consiste em uma anamnese individualizada, onde são abordadas todas as preferências alimentares, estilo de vida, práticas esportivas ou não do paciente.

“Através de orientações, alimentação e possível suplementação (quando necessário), eu procuro tratar e prevenir comorbidades, melhorar sono, sistema imunológico, funcionamento intestinal e podendo também atingir o emagrecimento, dependendo, claro, da necessidade e objetivo de cada um”, diz a profissional.

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Ticyana Falcão

Quer conhecer um pouco mais sobre o perfil profissional de Ticyana e como ela atua? Confira a entrevista a seguir:

O que as pessoas buscam quando procuram um nutricionista?

O emagrecimento é o objetivo mais comum da procura dos pacientes ao consultório, porém a nutrição visa muito além da parte estética. Através do rastreamento de sinais e sintomas, a nutricionista funcional irá fazer uma dieta individualizada com o objetivo de amenizar sintomas e melhorar qualquer desordem fisiológica.

Quais os tabus que marcam o acompanhamento nutricional?

São vários, entre eles estão: achar que fazer dieta é caro; achar que terá que excluir tudo o que gosta; que ter alguma refeição livre irá lhe impedir de alcançar seus resultados; que nutricionista não irá respeitar suas preferências e hábitos alimentares, etc.

Ter acompanhamento nutricional significa que você terá uma dieta restritiva ou irá sentir fome?

Não! Tudo depende de suas necessidades e objetivo. Para emagrecer é essencial a redução de calorias, ao mesmo tempo que é importante que essa redução não seja muito severa, pois implicaria em compulsão alimentar. Outros fatores irão influenciar na saciedade do paciente durante essa redução de calorias, como um aporte adequado de fibras e proteínas. Por isso, a importância de um acompanhamento individualizado e confiança no profissional.

A pandemia mudou nossa forma de se relacionar com a comida?

O alimento gera conforto e prazer. Sempre vai gerar e isso é saudável. Ele só não pode ser a única fonte de prazer, pois geraria exagero, ganho de peso e desordem metabólica. A pandemia teve um impacto muito grande na mudança de comportamento alimentar, pois várias fontes de prazer foram privadas (isolamento social, prática de atividade física, trabalho, hobbies, etc.), por isso o alimento acabou sendo usado como forma de compensação.

Além disso, a preocupação e o medo, gerou um estado de ansiedade e tensão/privação de humor na população, o que acabou gerando ainda mais compulsão alimentar. É importante saber que além de fatores ambientais, o estilo de vida pode piorar ainda mais transtornos de ansiedade e depressão, pois vários aspectos impactam na produção de neurotransmissores do bem-estar (nutrientes, intestino, xenobióticos). Por isso, o tratamento é multidisciplinar e a nutrição funcional faz parte dele.

Fale um pouco sobre a Nutrição Funcional

Em vez de limitar-se à prescrição de dietas com os alimentos funcionais tidos como saudáveis (porque o que é saudável para uma pessoa pode causar doença à outra), a Nutrição Funcional rastreia sintomas, sinais e características de cada paciente e os relaciona com a carência e o excesso dos nutrientes, corrigindo os desequilíbrios nutricionais que geram sobrecarga no sistema imunológico e desencadeiam “processos alérgicos” tardios, os quais acabam por provocar doenças crônicas como: obesidade, depressão, fibromialgia, artrite reumatoide, síndrome do pânico, osteoporose, diabetes, distúrbios de comportamento e hiperatividade infantil, desordens estéticas e alteração na performance física.

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