15 de julho de 2020

Proteção

Em prol da solidariedade, marcas e estilistas cearenses produzem máscaras para doação

De uso obrigatório, a máscara facial é uma das principais ferramentas de proteção ao Covid-19. Ainda em processo de ser adaptado à rotina, o ritual colocar o acessório pode preservar o ar de novidade, mas já não causa mais tanto estranhamento.

Aos poucos, e com a mesma naturalidade que um celular está sempre colado às mãos, o item conquista seu espaço, inclusive na moda cearense, mas de maneira solidária. Estilista paraense radicado no Ceará, Lino Villaventura foi um dos que imprimiu sua identidade no acessório e lançou uma linha exclusiva de máscaras, com modelos limitados e parte da renda revertida para famílias em situação de vulnerabilidade social.

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Outra marca que vem se dedicando na produção de máscaras é a Rendá, de Camila Arraes. Em breve, a brand promete lançar uma coleção feita por artesãs do Estado, com o intuito de valorizar o trabalho manual dessas profissionais e ajuda-as a ter uma fonte de renda durante a pandemia.

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Já o DFB Digifest 2020 se uniu a marcas autorais e designers que estão no line-up do festival para a produção e doação de máscaras de proteção para domicílios situados nos bairros carentes da Região Metropolitana de Fortaleza. Entre os participantes estão Espedito Seleiro, Água de Coco, David Lee, Ivanildo Nunes, Jeferson Ribeiro, Lindebergue Fernandes, Vitorino Campos, Gabriel Baquit, Melk Zda, Gisela Frank e Kallil Nepomuceno.

Quem já garantiu sua máscara, com design assinado por David Lee, foi a primeira-dama do Estado, Onélia Santana.

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Onélia Santana com máscara desenvolvida por David Lee

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