13 de agosto de 2020

SOMADAS AS AQUISIÇÕES

Sistema Hapvida registra receita líquida de R$ 2,1 bilhões no segundo trimestre

O Sistema Hapvida registrou uma receita líquida de R$ 1,4 bilhão no segundo trimestre deste ano, representando um crescimento de 10,4%, sem computar as aquisições realizadas recentemente. Já com as aquisições este valor salta para R$ 2,1 bilhões, e a expansão sobre para significativos 62,7% na receita líquida.

O Ebitda do segundo trimestre deste ano foi de R$ 607,8 milhões, uma expansão de 106,9% frente ao mesmo período do ano passado, substancialmente mais alto do que o previsto devido ao adiamento temporário e sem precedentes dos procedimentos eletivos. Mesmo quando são desconsideradas as aquisições, o Ebitda foi de R$ 430,2 milhões, 46,4% maior do que em 2019.

Cândido Júnior e Jorge Pinheiro estão à frente do Hapvida                       Foto: Portal IN News

Já o lucro líquido da operadora de saúde atingiu a marca dos R$ 177,5 milhões do segundo trimestre de 2020, sem as aquisições, registrando um recuo de 20,5% na comparação com igual período de 2019. Essa queda, no entanto, foi recuperada no resultado que inclui as aquisições realizadas, pois chegou a R$ 278,6 milhões, uma alta de 24,7% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

No acumulado do primeiro semestre de 2020, a receita líquida da companhia atingiu a marca de R$ 4,15 bilhões, incluindo as aquisições, representando uma expansão de 64% em relação aos seis primeiros meses de 2019. E o lucro líquido no período chegou a R$ 443,2 milhões, também com as aquisições, e um crescimento de 3,4% frente ao primeiro semestre do ano passado. O Ebitda total de janeiro a junho deste ano foi de R$ 1,07 bilhão, expansão de 81% na comparação com o primeiro semestre de 2019.

Vale ressaltar que o número de beneficiários dos planos de saúde e odontológicos do Hapvida encerraram o segundo trimestre com um total de 6,26 milhões de vidas, e uma elevação de 53,3% frente a igual período de 2019, contando com as aquisições. Já a rede própria teve uma expansão de 102,8% de abril a junho deste ano, chegando a 438 unidades com as aquisições. São 184 clínicas, 174 laboratórios, 41 prontos atendimentos e 39 hospitais.

“O mercado de saúde suplementar no Brasil permanece bastante fragmentado e, portanto, deve continuar em processo de consolidação. Confiamos no nosso modelo de negócio e estamos preparados para aproveitar da melhor forma possível as oportunidades de mercado que possam surgir. Para isso, permanecemos com um balanço robusto, com alto índice de liquidez, baixo endividamento e R$ 3,4 bilhões de caixa livre. Acreditamos, também, na replicabilidade do modelo verticalizado e integrado”, afirmou Jorge Pinheiro, diretor-presidente do Hapvida.

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