DIA DA INDÚSTRIA

Setor industrial cearense é destaque na Região Nordeste em levantamento da CNI

Por Marcelo - Em 25 de maio de 2021

Na data em que se comemora o Dia da Indústria, 25 de maio, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) celebra um grande feito. De acordo com levantamento apresentado pela CNI, o Estado ocupa a segunda colocação do Nordeste em relação à quantidade de estabelecimentos industriais, ficando atrás apenas da Bahia.

Construção civil é o principal segmento da indústria cearense                          Foto: Divulgação

Hoje, o Ceará concentra 14.027 indústrias e o setor é responsável por 18,1% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Ainda segundo a CNI, os principais segmentos da indústria cearense são: construção civil (26,7%), serviços industriais de utilidade pública (20,3%), couros e calçados (9,5%), alimentos (8,8%) e metalurgia (7,3%).

Outro destaque do levantamento diz respeito à energia elétrica gasta nas indústrias. De acordo com a CNI, a tarifa média de energia elétrica do Estado para consumidores industriais é de R$ 609,25 por MWh, ou seja, um valor 6,2% menor se comparada à tarifa média do País.

Ainda segundo a pesquisa da CNI, a indústria cearense emprega, atualmente, 360.553 pessoas. O número representa 20,3% do emprego formal estadual. O Estado responde ainda por 21,1% do emprego industrial de toda a região Nordeste.

Ricardo Cavalcante comemorou o resultado do levantamento da CNI

Segundo o presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, os números trazidos pelo levantamento da CNI ressaltam o quanto a indústria cearense tem avançado nos últimos anos e o grande potencial do setor para o futuro, em especial no setor de Hidrogênio Verde, pois um Hub de produção será instalado, em breve, na região do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

“Ficamos muito felizes com os resultados do estudo produzido pela CNI. Ver o Ceará na segunda colocação do ranking Nordeste, no que diz respeito à quantidade de estabelecimentos industriais, só nos mostra o quanto estamos no caminho certo, o quanto nosso Estado aposta no empreendedorismo e na competência profissional. E o quanto a FIEC tem apoiado e defendido a indústria local”, comemorou.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, apesar de todas as oportunidades desperdiçadas pelo País ao longo dos anos, o Brasil dispõe de uma boa base. “Temos uma estrutura industrial diversificada, com empresas inovadoras; competência acumulada na área de ciência e tecnologia; e empresários e trabalhadores que sempre foram capazes de realizar grandes feitos quando confrontados com ambientes propícios e políticas adequadas”, disse.

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