14 de maio de 2020

ECONOMIA

Patriolino Dias diz que construção deve ter prioridade no retorno às atividades

Patriolino Dias crê numa volta ao trabalho próxima                                 Foto: Portal IN News

O presidente do Sinduscon-CE, Patriolino Dias, participou na noite desta quarta-feira (13), de uma reunião do Grupo de Trabalho Estratégico (GTE), coordenado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Élcio Batista, e afirmou que a construção civil deve ser uma das primeiras atividades produtivas a serem retomadas no Ceará.

Apesar de não poder confirmar o retorno para o próximo dia 21, destacou que os integrantes do GTE apresentaram um panorama, no qual a construção civil está inserida dentre as atividades com risco mais baixo.

“Diante disso, pedi a palavra e indaguei objetivamente ao secretário Élcio Batista se poderemos voltar após o dia 20. Ele disse que não pode precisar se a data do retorno será imediatamente após o dia 20, mas reiterou que a construção civil estará contemplada na lista de prioridades das atividades a serem liberadas”, afirmou Patriolino.

Como ponto positivo do encontro para o setor, o secretário assegurou que toda a cadeia de atividades integrantes do processo construtivo – como lojas de materiais de construção, ferragens, madeireiras – estará inserida na liberação.

“A ideia é liberar inicialmente 40% do setor para, num segundo momento, liberar em sua totalidade. Perguntei se a corretagem imobiliária estará inserida nessa liberação, ao passo que o secretário foi enfático ao assegurar que sim, por entender que a corretagem faz parte da cadeia do setor”, disse o presidente do Sinduscon-CE.

E salientou que todo o setor construtivo aguarda, com muita esperança, a liberação das obras no território cearense em breve. “Cremos que os entendimentos estão avançando para um retorno próximo”, completou Patriolino Dias.

O GTE foi instituído pelo governador Camilo Santana no mês passado e objetiva apresentar um planejamento de retomada da atividade econômica no Estado, para minimizar os efeitos nocivos da pandemia ao setor produtivo e à sociedade cearense.

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