2 de dezembro de 2020

EXPECTATIVA POSITIVA

Maurício Filizola acredita em tendência de melhora para o comércio e serviços

O presidente do Sistema Fecomércio-CE, Maurício Filizola, afirmou que as expectativas dos setores de comércio, serviços e turismo são muito subjetivas e passíveis de mudanças bruscas, dependendo de uma série de fatores, tanto do mercado interno quanto externo. E que dependem muito das ações do Governo, das conjunturas que estão se realizando no momento atual.

“Ainda temos uma série de incógnitas com relação à pandemia, com muitos impactos por causa das ações restritivas que foram adotadas por parte dos governos. Afinal, do quê vivem os setores de comércio e serviços? Com certeza é a movimentação das pessoas no dia a dia”, destacou.

Maurício Filizola diz que com as vacinas deverá haver melhoras              Foto: Portal IN News

E lembrou que durante a pandemia houve uma série de aprendizados, como a forte ampliação do e-commerce, mas também existe a questão da liberdade de ir e vir, de realizar as conexões com as pessoas. Afinal, o atendimento aos clientes também é uma espécie de relacionamento.

“Estamos na expectativa de saírem as vacinas, e isso dará uma maior liberdade à movimentação das pessoas. Acho que não podemos paralisar as cidades, os estados, o País e o planeta por causa do vírus. Temos de manter os cuidados de proteção individual e coletiva”, ressaltou Filizola, que está recuperado da Covid-19.

Ele acredita que o Brasil já saiu daquele momento inicial de medo, de reabertura do comércio, que foi bastante complicado. Afinal, foram estabelecidos diversos protocolos de segurança sanitária, que estão sendo cumpridos, principalmente pelas empresas.

“Então, creio que a cada dia que passa a situação deverá melhorar. Houve um grande aprendizado durante a pandemia, que será para sempre no dia a dia das pessoas, e com toda certeza 2021 será um ano muito melhor do que foi este que está chegando ao fim”, disse o presidente da Fecomércio-CE.

Mas existem muitos desafios a serem superados nos próximos meses. “Há de se ressaltar que também vamos depender das políticas econômicas, tributárias, liberação de recursos para as empresas, por parte do Governo, a fim de que sejam mantidos os postos de trabalho, a movimentação da economia e a geração de impostos para o poder público”, completou Maurício Filizola.

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