2 de junho de 2020

NOVO PRESIDENTE

Alexandre Cabral afirma que pretende acelerar a transformação digital do BNB

O novo presidente do Banco do Nordeste, Alexandre Borges Cabral, afirmou nesta terça-feira (2), que dará forte impulso a diversos processos. “O BNB precisa acelerar a transformação digital, reduzindo prazos do processo de concessão de crédito com objetivo de atender as demandas de forma segura e ágil”, afirmou.

Alexandre Cabral quer agilidade no atendimento às demandas                     Foto: Divulgação

Ressaltou, ainda, que grande desafio do banco de fomento regional é repensar o Nordeste como foco de oportunidades, sobretudo acelerando o processo de desenvolvimento da região e suprindo falhas de mercado que ainda persistem.

Para o administrador, a crise gerada pela pandemia afetou gravemente as cadeias logísticas, exigindo que o banco, como principal agente do Governo Federal na Região, se reinvente no sentido de dar continuidade ao trabalho já desenvolvido e de ampliar sua ação, construindo parcerias e buscando novas fontes de recursos.

Segundo ele, a região tem problemas de cobertura de saneamento básico, tratamento de lixo, falta de qualidade em serviços de saúde e educação. “São questões que evidenciam a necessidade do Banco do Nordeste como instituição capaz de oferecer crédito de longo prazo e de construir operações estruturadas dentro do conceito moderno de sustentabilidade”, disse Alexandre Cabral.

O novo presidente do BNB ressaltou que a missão do BNB é essencial enquanto existirem disparidades inter e intrarregionais. “É nesse sentido que “a ação do BNB se torna fundamental, cobrindo as falhas de mercado, chegando onde os bancos privados não chegam”, afirmou.

Para Alexandre Cabral, o BNB tem larga experiência, na medida em que participou da criação de importantes projetos, como do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), administrado pela Sudene; do Programa de Desenvolvimento de Turismo (Prodetur) I e II, que impulsionou o turismo da região; do Prodecer II, que revolucionou, por exemplo, a região de Balsas (MA), e do Fundo Urbano, que possibilitou o saneamento de diversas capitais nordestinas.

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