MARCA HISTÓRICA

Porto do Pecém atinge exportação de 10 milhões de toneladas de placas de aço

Por Marcelo - Em 19 de maio de 2020

Mesmo com toda a tempestade provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Porto do Pecém segue suas operações em ritmo acelerados e atingiu, nesse fim de semana, uma marca histórica: 10 milhões de toneladas de placas de aço embarcadas, desde 2016, para outros países e outros estados do Brasil.

Placas de aço da CSP foram carregadas no Tmut                                            Foto: Divulgação 

As placas são produzidas pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). E nesse domingo (17), o navio MV Menomonee, atracado no berço 7 do Terminal de Múltiplas Utilidades (Tmut), finalizou, após cinco dias de operação, o embarque de 2.338 placas – o equivalente a 48.708 toneladas para serem exportadas para os Estados Unidos, atingindo a marca de 10.015.593 de toneladas de placas de aço embarcadas.

“Vivemos um cenário extremamente desafiador para a humanidade. Até algumas semanas atrás todos viviam normalmente. E, de repente, fomos surpreendidos. Ainda assim nos reorganizamos, nos readaptamos para enfrentar essa pandemia. Não paralisamos nossas operações um só dia. Todo o Complexo do Pecém segue operando”, disse o presidente do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, Danilo Serpa.

Ele destacou ser é gratificante poder celebrar, mesmo num momento difícil, essa conquista do Porto do Pecém e da CSP, que está instalada na ZPE-Ceará. “Ambas as empresas seguem juntas, desde 2016, em direção ao desenvolvimento econômico e social do Ceará e do Brasil. Meu reconhecimento a cada um dos profissionais que ajudam a produzir e a levar o aço cearense para o mundo”, asseverou Serpa.

Já o presidente da CSP afirmou que todos na companhia estão centrados na resiliência, na manutenção segura das atividades e nas importantes lembranças de conquistas. Uma delas é o marco de 10 milhões de toneladas de placas de aço exportadas pela CSP, por meio do Porto do Pecém.

“Estamos autorizados a operar, pois temos alto-forno, equipamento que precisa ser preservado, para que possamos gerar energia para o Brasil, por meio do processo siderúrgico da CSP, e oxigênio hospitalar para hospitais de vários estados do Nordeste, por meio da White Martins, que opera dentro da CSP. Por isso, estamos cientes da nossa importância para o Ceará e da nossa responsabilidade de cuidar das pessoas, tendo em vista o nosso principal valor: a vida em primeiro lugar”, completou Cláudio Bastos.

Navio Menomonee carregou quase 50 mil toneladas de placas de aço que serão levadas para os Estados Unidos

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