ACABAR COM A POLARIZAÇÃO

Eduardo Jorge aposta em Tasso Jereissati para as eleições presidenciais de 2022

Por Marcelo - Em 29 de junho de 2021

O ex-deputado federal Eduardo Jorge (PV) reforçou mais uma vez seu apoio ao nome do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) à Presidência da República nas eleições de 2022. Ele avalia que o Brasil precisa de uma candidatura de centro capaz de vencer a polarização criada entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro.

Durante entrevista ao Canal My News, ele afirmou que o parlamentar cearense tem a experiência, seriedade como seu maior princípio e condições de realizar um governo de reunificação nacional, pacificando os ânimos mais exaltados tanto da direita quanto da esquerda.

Eduardo Jorge afirma que é preciso sarar a fratura aberta no Brasil                  Foto: Divulgação 

“O Lula tá contando piada, tão relaxado e tão certeiro que vai ter reprise do segundo turno de 2018. É só olhar o que aconteceu no Peru, aquela miríade de candidatos, teve um segundo turno entre a extrema esquerda e a extrema direita, um com 19% e outro com 13%”, ressaltou.

Ele lembrou que o presidencialismo com eleição em dois turnos, é algo de alto risco para o País, e que Bolsonaro e Lula querem a reprise de 2018. “Tanto Bolsonaro como Lula acham que essa é a melhor chance de vencer. E eles têm 20% a 25% de votos. Com todo o desgaste, o governo desastroso que o presidente faz, ele tem cerca de 25%. Então, tem cerca de 50% da população que quer que sare essa fratura”, disse.

Eduardo Jorge acredita que se um candidato convencer o eleitorado que pretende reconstruir os trilhos da democracia com investimento ambiental, social, economia responsável, com certeza vai crescer, mesmo que inicie a disputa com 3% ou 5% das intenções de voto.

“Acredito nisso. Quando eu defendo Tasso Jereissati, acho ele é o candidato que tem mais condições, tem diálogo tanto com a direita quanto com a esquerda, e tem condições de dizer que vai fazer um governo de pacificação, de reunificação do Brasil. E em 2026, abre o espectro outra vez e, num quadro de normalidade democrática podem sair 10, 12, 30. Mas não agora. Agora é para sair um, no máximo dois, para decidir a eleição no primeiro turno, que é tirar Bolsonaro ou Lula, porque se for esse candidato no lugar de Bolsonaro ou do Lula, ele ganha”, asseverou Eduardo Jorge.

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