São Luiz

Vendas da Kia Motors crescem 18,6% em novembro

05 de Dezembro de 2018 . Por Jota Pompílio

Depois que a montadora coreana livrou-se do Inovar-Auto, imposto que encarecia mais os modelos da marca, a fabricante é só alegria. Com licenciamento de 867 veículos em novembro último, a Kia Motors do Brasil registrou crescimento de 18,6% nas vendas igual ao período do ano passado, quando foram comercializadas 731 unidades da marca. 


No comparativo com outubro último, a Kia anotou queda de 9%, enquanto o mercado interno registrou retração de 9,6%. A redução das vendas no período se explica, principalmente, pela quantidade de dias úteis: foram 22 em outubro contra 20 em novembro, sendo que em muitos municípios este número foi ainda menor, devido ao feriado do Dia da Consciência Negra. 

 

No acumulado dos onze primeiros meses do ano, a Kia anotou 10.729 veículos licenciados. O número garante à marca crescimento de 39,6% no comparativo com o mesmo período do ano passado e market share de 0,48%, além da liderança entre as associadas à Abeifa - Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores.

Veículos

O SUV médio Sportage (acima) foi o líder de vendas da Kia em novembro, com 388 unidades emplacadas. Na sequência aparecem o comercial leve Bongo e o sedã médio Cerato, com 266 e 140 unidades comercializadas, respectivamente. 

“Devemos encerrar o ano com cerca de 12.500 unidades licenciadas no País. Agora já nos preparamos para 2019, com a continuidade da expansão da nossa Rede Autorizada de Concessionárias e com a ampliação do nosso portfólio de produtos, na expectativa de que possamos trabalhar com a economia estável”, observa José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

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Audi planeja investir 40 bilhões em cinco anos no mundo

05 de Dezembro de 2018 . Por Jota Pompílio


Plantar para colher no futuro. Parece ser esse lema da montadora premium alemã a partir de 2019. Isso porque o Grupo Audi está acelerando seu processo de alinhamento às novas tendências globais com um novo ciclo de investimento. Até o fim de 2023, a empresa planeja investir cerca de 14 bilhões de euros nas áreas de mobilidade elétrica, digitalização e condução autônoma – isso inclui investimentos em pesquisa e desenvolvimento, propriedades, fábricas e equipamentos. No total, o investimento planejado pela montadora alemã para os próximos cinco anos contabiliza cerca de 40 bilhões de euros. E o Brasil ? Claro que ele está incluído!

“Estamos utilizando uma abordagem extremamente sistemática para mobilidade elétrica e focaremos muito mais no futuro. Vamos priorizar constantemente nossos recursos para produtos e serviços extremamente atrativos e relevantes para o mercado”, afirma Bram Schot, presidente interino do Conselho de Administração da Audi AG. “Assim como o recém apresentado Audi e-tron GT, queremos lançar outros modelos para viabilizar os elétricos e, ao mesmo tempo, ser uma empresa extremamente ágil e eficiente.” 

Começando com o Audi e-tron, o primeiro SUV totalmente elétrico da marca, a empresa lançará 20 modelos elétricos até 2025, sendo que metade deles será 100% elétrico. Ao mesmo tempo, a marca está avançando na digitalização de seus automóveis e de suas fábricas, além de expandiro modelo de negócio com novos serviços digitais, como funcionalidades sob demanda. 

Desta forma, a participação dos investimentos nestas novas tendências vai aumentar significativamente ao longo do período. Na segunda metade do horizonte de planejamento, os investimentos aprovados já refletem um aumento da mobilidade elétrica e de sinergias do Grupo para utilização de estrutura entre marcas. Para esse objetivo, a Audi está trabalhando com a Porsche para desenvolver a plataforma de eletrificação premium (PPE – Premium Architecture Electrification) para carros elétricos grandes, enquanto a plataforma elétrica modular (MEB – Modular Electric Drive Kit) é feita em parceria com a Volkswagen. 

Para financiar seu caminho para o futuro a partir de recursos próprios, a Audi está implementando seu bem-sucedido Plano de Transformação Audi. Com esse programa, a Audi gerará ganhos positivos de mais de 1 bilhão de euros em 2018, reduzindo gastos antecipados desnecessários. Além de transferir gastos para áreas com foco no futuro, o Plano de Transformação Audi objetiva primariamente reduzir complexidade, utilizando sinergias e identificando e descontinuandodemandas que não são mais relevantes para os clientes. 

Além de estreias mundiais importantes como a da nova geração do Porsche 911 e do novo Toyota Corolla híbrido, no salão automotivo que está acontecendo, o de Los Angeles, contou com um modelo que está chamando uma super atenção. Um fica por conta do SUV mais caro do mundo, o Karlmann King, que terá apenas 9 unidades fabricadas.

E sabe quanto ele custa?  Estamos falando de um carro de US$ 3,8 milhões de dólares, o que equivale a algo em torno de R$ 14,6 milhões. Na prática, o torna o SUV mais caro do mundo. É baseado na estrutura da Ford F-550, mas com uma carroceria blindada, cheia de vincos, feita por uma empresa chinesa chamada IAT. 

Quarto de hotel ambulante?

Por dentro, o interior é extravagante. A ideia é que o cliente se sinta em um ambiente de alto luxo. Aí vai as extravagâncias: o carro tem teto estrelado, como nos modelos da Rolls-Royce e luz ambiente que pode mudar a qualquer momento, inclusive por meio de um aplicativo celular. Há também TV de alta definicão escamoteável e ligada a um video-game PlayStation 4, frigobar e até uma máquina de café Nespresso.

Embora tenha um enorme motor V10, de 6,8 litros de cilindrada, o SUV mais caro do mundo pesa nada menos que 6 toneladas. Portanto, não é dos modelos mais ágeis que existem hoje em dia. Chega, no máximo, a 140 km/h. Por outro lado, o carro tem uma resistência de um tanque de guerra para chegar em qualquer lugar.

Ah, os bancos também podem ser personalizados e contam têm o mesmo conforto das melhores poltronas da primeira classe dos aviões mais sofisticados que existem hoje em dia. E para conseguir ter um rodar confortável a suspensão é a ar, controlada eletronicamente. Isso sim é o que podemos chamar de exclusividade, não é?

Recém-lançado no Brasil e eleito o Carro do Ano no Japão, o Mitsubishi Eclipse Cross foi criado para atender aos motoristas que querem sempre o que há de mais avançado em termos de tecnologia, segundo a fabricante. Para suprir essa demanda no Brasil, o modelo chega equipado com sistema multimídia desenvolvido pela LOGIGO Automotive. O que o sistema tem de bom? A central multimídia é a primeira no mercado a permitir que o usuário faça o download dos seus aplicativos favoritos, possibilitando uma infinidade de interações por meio do veículo.

Denominada de Disruptiv, a tecnologia da LOGIGO Automotive vai muito além de um simples espelhamento do celular e disponibiliza download de aplicativos pelo mecanismo OTA (over the air), possibilitando ao condutor pagar o combustível, pedir comida e reservar serviços sem sair do carro.

Outro diferencial, segundo engenheiros, é a interatividade com a montadora. A solução possui um canal de comunicação direto com a fabricante do veículo. O motorista pode, por exemplo, receber um alerta sobre a necessidade de uma revisão ou ser informado sobre alguma promoção, além de receber demandas por serviços e feedbacks. Todas essas funcionalidades são possíveis pois, desde 2015, a LOGIGO Automotive é parceira do Google e da Apple.

A plataforma Disruptiv permite ainda navegar pelos aplicativos sem a necessidade de conectar o celular à entrada USB do carro. Basta utilizar a rede de dados do smartphone ou um chip 3G com roteador próprio para o veículo. “Nossa tecnologia é pioneira e proporciona muito mais conectividade à central multimídia”, afirma o CEO da LOGIGO Automotive, Antonio Azevedo.

A novidade deve chegar ao mercado nos próximos meses e promete transformar o modo como as pessoas se relacionam com os veículos. Na prática, a solução permitirá aos condutores contar com um assistente virtual capaz de acionar funcionalidades na central, sugerir serviços e antecipar demandas. 

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Avaliação: SUV de luxo da Mercedes-Benz não deixa nada a desejar

03 de Dezembro de 2018 . Por Jota Pompílio

Esse ano que acaba, podemos dizer que modelos SUVs “deitaram e rolaram”. Na prática, nem o segmento luxuoso escapou. Tradicional, porém, atenta à novidade, a Mercedes-Benz apostou no GLC que, na concessionária Newsedan, há em duas versões: GLC 250 4MATIC (R$ 279.900) e GLC 250 4MATIC Sport (R$ 310.900).

A Road In dirigiu o utilitário de luxo de Fortaleza até a bucólica serra de Guaraminga (cerca de 110 km) para podermos lhe dizer como ele anda. E olha, o modelo ficou mais moderno, mais leve (80 kg a menos) e maior – ele ganhou 80 litros de porta malas e cinco centímetros de largura. Além disso, ganhou nova suspensão adaptativa. O que é isso? Ela “dança” conforme a estrada, o piso.

O estilo do GLC casa bem com o sedan Classe C, com a qual o utilitário compartilha a base, ok? E a semelhança não se deu apenas em design, até a mudança na última letra da sigla busca aproximar o SUV do Classe C. Só que há diferenças mecânicas. E muitas! No lugar da tração traseira utilizada em outros modelos dessa base, o GLC se vale de tração nas quatro rodas. Força é o que não falta para ele!

Nas duas versões disponíveis, o GLC vem equipado com motor 2.0 turbo de 211 cv de potência, 35,6 kgfm de torque e tração integral permanente 4MATIC. Ele trocou o câmbio automático de sete velocidades, por uma caixa mais moderna, também automática, de nove marchas. Com 1,735 quilos, o 0 a 100 km/h é feito em 7,3 segundos, de acordo com a Mercedes. E isso eu provei na prática com cronômetro e tudo!!!

O conjunto mecânico agrada e se comporta de forma exemplar quando o motorista precisa pisar fundo no acelerador. O novo câmbio fez bem ao utilitário - as trocas de marchas são feitas na hora certa e são praticamente imperceptíveis. Para os que desejam apimentar a relação, há aletas no volante.

Seu estilo

O SUV também tem um seletor no console central que pode configurar cinco modos de condução: Comfort, Individual, Sport, Sport Plus e Eco, que prioriza economia de combustível. Durante o nosso teste, o modo de condução variou entre Comfort, Sport e Sport Plus e no final do trajeto o computador de bordo marcava uma média de consumo de 7,6 km/l com gasolina. Ah, os modos alteram a resposta do motor, da direção, da suspensão e da caixa de marchas.

O novo câmbio também deu mais disposição ao GLC e, de quebra, aquietou a cabine em ritmo de cruzeiro. No modo Comfort, a 120 km/h, o painel de instrumentos marcava apenas 1.600 rpm na nona marcha. No modo Sport Plus e na mesma velocidade, o painel registrava 2.500 giros na sétima marcha, ou seja, basta selecionar o modo mais esportivo para a caixa segurar marchas mais baixas até o limite. Vale lembrar que baixas rotações deixam o motor mais econômico e mais silencioso, algo cada vez mais exigido.

 

O conjunto mecânico agrada e se comporta de forma exemplar quando o motorista precisa pisar fundo no acelerador. O novo câmbio fez bem ao utilitário - as trocas de marchas são feitas na hora certa e são praticamente imperceptíveis. Para os que desejam apimentar a relação, há aletas no volante.

Acabamento de primeira!

Todos os materiais usados dentro do carro são de ótima qualidade. O acabamento Premium é visto até no teto, que ganhou a cor preta - sempre adotada quando a intenção é dar maior esportividade. O console central tem visual moderno, graças ao uso de black piano. Há um bom número de porta-objeto e todos os botões estão bem posicionados. A ambientação geral lembra a do Classe C, das saídas de ar arredondadas aos comandos. Isso inclui o uso de uma alavanca de marchas espetada na coluna de direção, o que libera mais espaço no console central.

Quando o assunto é conforto, há bastante espaço para as pernas e cabeça dos ocupantes. Os bancos dianteiros possuem um recuo no molde traseiro para aumentar o espaço para as pernas dos ocupantes do banco de trás. O centro dos assentos possui um material aveludado ao estilo alcantara (camurça sintética), que deixa o nível de acabamento do Mercedes ainda melhor.

Os principais itens de série do GLC são: sistema Start/Stop, roda de liga leve de 18 polegadas, câmera de ré, sensor de chuva, controle de cruzeiro, ar automático de duas zonas, GPS, bluetooth, isofix, cinto de três pontas para todos os ocupantes, tração Integral permanente nas quatro rodas, faróis com luzes diurnas em LED e freio eletrônico com brake hold.

 

 

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