Newland

Fiat Cronos e Volkswagen Virtus já inauguram 2019

02 de Janeiro de 2018 . Por Jota Pompílio

Não se assuste com o título e não pense que foi um erro de digitação. Para as montadoras, 2018 é passado. Sempre adiantados, todo carro que for lançado esse ano terá 2019 na estampa. Por isso, em janeiro, no segmento sedã, dois veículos de duas fabricantes rivais inaugurarão o ano que virá: Cronos 2019 e Virtus 2019.

A estreia do primeiro modelo será daqui a 20 dias, precisamente, em 21 de janeiro. Embora a montadora não revele o preço estimado, a mídia automotiva aposta entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Objetivo? Segundo a Fiat é ser uma das referências entre sedãs compactos premium e um dos líderes neste segmento tão poderoso e cobiçado quanto SUVs e carros de entrada.

O modelo terá motores 1.3 (Firefly) ou 1.8 (E-torq). De acordo com a fabricante italiana,  o Cronos promete oferecerá “performance com baixo consumo de combustível, além de prazer de dirigir”

Já o Virtus, da Volkswagen, que é derivado do Novo Polo, também tem sua estreia dia 21 de janeiro. Por ser um carro de entre-eixos maior e,  consequentemente, mais pesado, ficará apenas com as opções 1.6 MSI 4-cilindros aspirado de 110/117 cv e 15,8/16,5 kgfm (gasolina/etanol) --, gerenciado por câmbio manual de cinco marchas e 1.0, 3 cilindros aspirados flex.

Já já 2017 finda e pelo menos no segmento automotivo, a indústria automobilística brasileira entrará com o pé direito em 2018. A prova está nas estatísticas: ela encerrará este ano com crescimento de mais de 9% em vendas em relação ao anterior, 2016. Uma alta, inclusive, até acima das projeções feitas pelas montadoras de veículos.  

Comparativo

Até o dia 26 deste mês foram vendidos 178,9 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, segundo dados do mercado. No ano, a soma já está em 2,206 milhões de unidades e deve ficar próxima a 2,240 milhões, ante 2,050 milhões em 2016. As projeções para 2018 também são boas: 15%.  Comportamento que que será seguido pelo setor de consumo em geral em diferentes proporções.

Segundo estudiosos da área, a retomada do mercado de carros novos começou no segundo semestre, pautada pela melhora da economia - ou seja, sem artificialismos como corte de impostos e crédito facilitado, medidas adotadas no período pré-crise.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) iniciou o ano com previsão de alta de 4% nas vendas, e refez o cálculo em setembro, para 7,3%. O presidente da entidade, Antonio Megale, admitiu que a alta seria maior. A melhora do mercado levou a indústria automobilística a abrir 5,1 mil vagas neste ano, depois de ter promovido 30,6 mil demissões a partir de 2014 e ter adotado diversos mecanismos de corte de produção.

Termômetro

Fábricas que chegaram a operar com 70% de ociosidade agora estão fazendo horas extras e contratando, como a Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (SP) e a MAN em Resende (RJ), ambas fabricantes de caminhões e ônibus.

"Se a demanda continuar aquecida é possível que a partir de maio será necessário ampliar o trabalho aos sábados ou voltar a operar em dois turnos em algumas áreas", diz o presidente da Mercedes, Phillip Schiemer. Na semana passada, a empresa contratou 266 funcionários.

A retomada no setor também veio acompanhada de anúncios de novos investimentos, entre os quais o da Mercedes-Benz (R$ 2,4 bilhões), da Toyota (R$ 1,6 bilhão) e da MAN (R$ 1,5 bilhão).

Setor parceiro

O setor de autopeças também refez projeções e ampliou de R$ 69 bilhões para R$ 76,9 bilhões a previsão de faturamento este ano. "Para 2018, a expectativa é de um aumento de 7,4%, porque as exportações vão continuar crescendo, assim como o mercado doméstico", diz Dan Iochpe, presidente do Sindipeças (que representa as empresas do setor).  

Fiec - selos

Hyundai Creta supera a casa das 40 mil unidades vendidas em 2017

28 de Dezembro de 2017 . Por Jota Pompílio

Apesar do País passar por uma turbulência na economia, há montadoras que só têm a comemorar os bons números. A sul-coreana, por exemplo, é uma delas. Uma prova é que as vendas do SUV Creta atingiram a marca de 41.017 unidades, conforme dados da Anfavea disponíveis em 27 de dezembro. 

Apenas durante este mês, já foram vendidas 4.489 unidades, o que posiciona o modelo pela primeira vez na liderança temporária entre todos os SUVs. Com vendas diárias, em média, acima das 200 unidades, dezembro será o melhor mês para o Creta no ano, superando agosto, quando foram comercializadas 4.379 unidades.  

“O Hyundai Creta vem demonstrando crescimento de vendas sustentável, mês a mês, nesta reta final do ano. Em novembro, conquistamos o primeiro lugar no segmento dos SUV compactos e, neste momento, figuramos na liderança de todos os SUVs no mês de dezembro. O mais importante é que as vendas do Creta são em sua totalidade destinadas a consumidores finais, sem qualquer unidade para locadoras ou outras empresas, confirmando a grande aceitação deste modelo por parte do público brasileiro”, comenta Angel Martinez, diretor executivo de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da Hyundai Motor Brasil. 

Das vendas do Creta em dezembro, até o momento, praticamente 35% são da versão topo de linha, a Prestige, o que demonstra a preferência do consumidor final por um veículo melhor especificado dentro do segmento dos SUVs. O Creta Prestige vem com motor 2.0 de 166 cv, seis airbags, controle de estabilidade, bancos de couro na cor marrom com ventilação para o motorista, ar-condicionado automático digital, saída de ar para os bancos traseiros, chave presencial smart key com partida do motor por botão,  sistema Stop & Go de parada do motor, luzes diurnas de LED  e faróis direcionais cornering lamp, piloto automático com controles no volante, central multimídia com GPS, conectividade com celular e tela de 7 polegadas sensível ao toque, além de câmera de ré com linhas dinâmicas. 

Também, a versão Creta Attitude 1.6 Automática, exclusiva para pessoas com deficiência (PcD), voltou a serofertada este mês. Com entregas programadas a partir de janeiro de 2018 e produção sob encomenda, deve adicionar volume consistente às vendas mensais do Creta durante o próximo ano.

Pipo

Mustangs em forma de relógios artesanais de luxo

27 de Dezembro de 2017 . Por Jota Pompílio

Carro clássico e relógio. Há quem diga que no universo masculino essa mistura é mais que explosiva! Pessando dessa forma, os dinamarqueses Christian Mygh e Jonathan Kamstrup, da REC Watches, desenvolveram relógios artesanais feitos com peças recicladas de Mustangs clássicos. Com muito amor e criatividade, eles garimpam veículos sucateados e reaproveitam o material da carroceria para criar peças únicas. Com um só carro é possível produzir centenas de relógios, custando em torno de U$1.500. Pena que só foram feitos exclusivamente na Europa!

Eles também fazem relógios totalmente personalizados por encomenda com peças fornecidas pelos clientes. Um deles é o famoso piloto Vaughn Gittin Jr., que usa no pulso um relógio com fibra de carbono reciclada do seu Ford Mustang RTR de 700 hp da World Drift Series.

“Onde a maioria das pessoas só veria uma pilha de metal, o fantasma de um Mustang, nós enxergamos algo completamente diferente – a alma de um carro e uma história que precisa ser contada”, diz Mygh. “Eu não estou cortando Mustangs. Eu estou trazendo Mustangs que não podem mais ser reparados de volta à vida como um relógio.”

Para garantir que essas histórias continuem a ser contadas a REC Watches pesquisa meticulosamente o passado de cada veículo, conversando com seus antigos proprietários, além de reunir histórias e imagens da sua vida em um vídeo personalizado.

Cada relógio traz o número de identificação do veículo, o seu ano de fabricação e aspectos clássicos de design do modelo. Um mostrador redondo, parecido com um marcador de combustível, indica o nível de carga da bateria. Os ponteiros, a data e os números também são inspirados no emblemático painel de instrumentos do carro.

A equipe já encontrou grandes raridades, como um Mustang Raven Black 1966 descoberto na Suécia que serviu de base para a edição limitada P51-04, de 250 relógios.

Lançado em 1964 e batizado em homenagem ao avião de combate da Segunda Guerra Mundial, o Mustang tornou-se um clássico instantâneo com seu estilo radical e desempenho agressivo. Ele consolidou seu status de superastro ao protagonizar o filme “Bullitt” em 1968, com Steve McQueen, além de uma série de outros filmes e músicas. O Ford Mustang atual mantém viva a emoção com o desempenho do poderoso motor V8 de 466 cv. 

Abrindo caminho e pensando em um mundo mais respirável, a Toyota Corporation traçou sua estratégia até 2030. Na prática, a fórmula está na produção destinada a veículos eletrificados como veículos híbridos elétricos (HEVs), híbridos plug-in elétricos (PHEVs), elétricos de bateria (BEVs) e veículos elétricos movidos a célula de combustível (FCEVs).

Para Ronaldo Munoz (à esquerda), diretor-superintendente do Grupo Newland – rede de concessionárias Toyota na região Nordeste, “o compromisso da marca aliada às tecnologias sustentáveis, no que diz respeito ao meio ambiente, são fantásticas! Isso faz da fabricante uma das pioneiras na energia limpa”, acrescenta.

De acordo com o executivo, na autorizada cearense, por exemplo, há novidades como o Prius (híbrido) que está tendo uma boa aceitação. “Também temos o Lexus CT (embaixo) em todos os nossos showrooms. Isso é uma prova de como a montadora está se importando com isso. E não para por aí. Em 2018, haverá mais novidades com relação a motores de energia limpa. É por isso, e com muito orgulho, que a Newland participa e faz parte dessa transformação da indústria automobilística”, pondera.

Acompanhando essa filosofia, a Montadora deixou bem claro que o meio ambiente é um dos pilares da empresa no desenvolvimento de produtos, assim como segurança e emoção. Os veículos eletrificados, eficazes para o consumo econômico de combustível e a difusão do uso de combustíveis alternativos, são indispensáveis para solucionar problemas ambientais atuais.

Incentivo a mais

Em outubro de 2015, a Toyota lançou o “Desafio Ambiental Global 2050”, que visa reduzir ao máximo o impacto negativo da fabricação e do uso de veículos, além de contribuir para a formação de uma sociedade sustentável. Entre os objetivos deste desafio, a Toyota pretende reduzir em 90% as emissões médias de CO2 originadas a partir de novos veículos no mundo, considerando os níveis de 2010. 

Proposta

Até 2030, a Toyota calcula que venderá mais de 5,5 milhões de veículos eletrificados em todo o mundo, incluindo mais de 1 milhão de veículos de zero emissão (BEVs, FCEVs). Além disso, até 2025 todos os modelos da linha Toyota e Lexus no mundo estarão disponíveis como veículos eletrificados ou terão a opção de eletrificação. Isso será feito por meio do aumento do número de modelos HEV, PHEV, BEV e FCEV e pela difusão da disponibilidade de opções HEV, PHEV e/ou BEV para todos os seus modelos. Como resultado, o número de modelos desenvolvidos sem uma versão eletrificada será zero.

Fumaça zero

No início dos anos 2020, a Toyota irá acelerar a popularização de veículos elétricos que utilizam bateria com mais de 10 modelos disponíveis no mundo, começando pela China, até chegar a outros mercados. Uma introdução gradual é esperada no Japão, na Índia, nos Estados Unidos e na Europa. A linha FCEV será expandida para veículos comerciais e de passageiros nos anos 2020.

Mais aliados

O portfólio HEV também crescerá a partir do desenvolvimento do Toyota Hybrid System II (presente na geração atual do híbrido Prius), da introdução de uma versão mais moderna do sistema em alguns modelos e do desenvolvimento de sistemas híbridos mais simples em modelos selecionados, visando atender às diversas necessidades dos clientes.

A Toyota também visa expandir sua linha PHEV nos anos 2020. As baterias atuais de veículos eletrificados geralmente apresentam limitações relacionadas à densidade da energia, ao peso/tamanho e aos custos. A Toyota tem desenvolvido ativamente novas baterias e pretende comercializar a tecnologia no início da década de 2020.

Parceria

Além disso, a Toyota e a Panasonic iniciarão um estudo de viabilidade de baterias automotivas com o objetivo de conceber a melhor opção para a indústria automotiva e contribuir definitivamente com a popularização dos veículos eletrificados da Toyota e de outras fabricantes de automóveis.

A Toyota visa também concentrar-se no desenvolvimento de uma infraestrutura social adequada para a adoção de veículos eletrificados. Isso inclui a criação de um sistema para tornar a reutilização e a reciclagem de baterias mais eficaz, auxílio para promover o uso de estações de recarga de veículos plug-in e o reabastecimento de hidrogênio por meio de uma cooperação e colaboração com autoridades públicas e empresas parceiras.

Planeta amigo

A Toyota tem sido líder na fabricação de veículos amigáveis ao meio ambiente. Isso fica evidente por meio da introdução, há 20 anos, do icônico Prius, bem como pelo lançamento do primeiro PHEV do mundo, o Prius PHV, em 2012. A segunda geração do Prius PHV, introduzida em 2017, aumentou ainda mais a autonomia do modo elétrico do veículo. Além disso, em 2014 a Toyota lançou o primeiro sedã com célula de combustível produzido em massa do mundo, o Mirai, que tem sido bem recebido pelos clientes no Japão, nos EUA e na Europa. Por meio dessas atividades, as vendas de veículos eletrificados da Toyota atingiram mais de 11 milhões de unidades no mundo até hoje.