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Harley-Davidson oferta condições especiais para Softail Slim

08 de Outubro de 2018 . Por Jota Pompílio

Através de suas concessionárias pelo o Brasil, a Harley-Davidson oferta condições únicas para a compra de modelos da família Softail. Com nova suspensão dianteira de alta performance e amortecedor traseiro monochoque de fácil ajuste, as motocicletas estão mais ágeis, mais leves e possuem melhor dirigibilidade do que os modelos anteriores. O grande destaque fica para as motocicletas Softail Slim e Deluxe, que em 2018 chegaram ao Brasil com muitas novidades. Em Fortaleza, a marca é representada pela Newroad. 

Com autêntico estilo H-D aliado à modernidade, a nova Softail Slim apresenta força, mais ângulo de inclinação e suspensões aprimoradas. Equipada com o poderoso motor Milwaukee-Eight® 107, com 1.745cm³ de cilindrada, a clássica bobber tem seu preço de R$ 64.680,00 por R$ 60.980,00 neste mês de outubro.

A Harley-Davidson Deluxe 2018, também equipada com conhecido motor Milaukee-Eight 107, é uma old-school que chama atenção por onde passa. De estilo clássico mas com moderna e com muita tecnologia, a Deluxe conta ainda com rodas raiadas cromadas, pneus com faixa branca, iluminação de LED estilo retrô-moderno e, durante o mês de outubro, tem seu preço de R$ 69.980,00 por R$ 65.980,00.

 

Modo de pagamento

Ambas as motocicletas zero quilômetro podem ser compradas com 40% de entrada, saldo em 36 vezes e taxa de 0,99% ao mês, somente até o dia 31 de outubro. Além disso, quem decidir usar uma motocicleta seminova como parte do pagamento também conta com R$ 3 mil de valorização para qualquer modelo que possuir.

A linha 2018 da Harley-Davidson do Brasil está disponível para test ride em toda a rede de concessionárias autorizadas da marca no País. Basta acessar o site https://harleydavidsonbr.secure.force.com/TestRide e se inscrever para testar os novos modelos H-D, de acordo com a disponibilidade. Ah, para consultar a loja oficial Harley-Davidson mais próxima, basta acessar www.harley-davidson.com/br/pt/find-a-dealer.html.

Líder no segmento SUV em 2017, o Jeep Compass acaba de alcançar um feito importante em setembro: tornou-se o SUV mais vendido do Brasil e diminuiu a diferença entre o HR-V no acumulado do ano.  Pelos cálculos, em setembro, foram 4.177 unidades emplacadas. O Honda HR-V, seu principal rival, registrou no mesmo mês 3.780 unidades vendidas. De cara, com o resultado, o Compass também entrou na lista dos 10 carros mais vendido do País. 

“A liderança do Jeep Compass deve-se a  vários fatores. Desde aos valores da própria marca, como liberdade, robustez e aventura , adicionado ao status que a marca representa. Mas, o mais importante é o próprio design, conforto oferecido e excelente padrão de acabamento! E claro, também acrescenta-se à esses fatores, a opção da exclusiva motorização diesel, o câmbio de 9 marchas e a tração 4x4 seletiva”, declara Ana Pinheiro, gestora comercial da Newsedan. 

Na Newsedan Jeep, concessionária da marca, em Fortaleza, ela ela diz que hoje “comercializamos modelos na versão Flex à partir de R$ 109.990,00, com taxas de juros 0% e um bônus para melhorar a avaliação do usado recebido em troca". A profissional acrescenta que na modalidade de vendas para “empresas e produtor rural”, existe a versão longitude flex a partir de R$ 102.841,50. “Um desconto nunca antes visto”, salienta! 

Experiente, Ana pondera que o cliente do Jeep Compass é um cliente exigente que busca uma boa relação entre qualidade e custo do produto! “Na prática, é um cliente bem sucedido de classe social em ascensão”. Definitivamente, segundo a gestora, o Compass atrai consumidores pelo design, pela qualidade  e equipamentos , chamando a atenção até mesmo de clientes de carros de classe  superior.

A hora da virada?

O Honda ainda lidera por pouco a preferência entre os SUVs no Brasil, com um volume de 34.931 unidades colocadas nas ruas de janeiro a setembro deste ano. O Compass, por sua vez, parece que não vai precisar de muito tempo para alcançar o HR-V, já que no mesmo período ele foi a escolha de 34.530 consumidores. Como se vê aí, a disputa será carro a carro e falta pouco para conseguir o bicampeonato.



 

Se você pensa que bilionário gosta de ostentar, chegar com seu veículo e “parar o trânsito”, saiba que a grande maioria não! Alguns vão além e adoram até manter por anos seus carros, mesmo que estejam bem rodados. Mas é óbvio que eles poderiam ter o carro que quisessem. Porém, optaram por um modelo simples. Nessa lista estão nada mais nada menos que o fundador do Facebook e o dono mundial da rede Wallmart. Para eles, carros extremamente caros não passam de futilidade e consumismo. Olha a lista:

 

O dono do seu facebook

O fundador do Facebook, quem diria, não é muito vaidoso quando o assunto é carro. Mesmo com um patrimônio estimado em US$ 66 bilhões, Mark Zuckerberg tem veículos relativamente simples e acessíveis à classe média americana. São eles: um Golf GTI e um Acura TSX. Ele diz que prefere a simplicidade do Acura por ser um carro “seguro, confortável e não ostensivo”. O executivo também tem um Honda Fit e já foi diversas vezes flagrado com ele.

 

Warren Buffet

Investidor na bolsa de valores e segundo  mais rico do mundo, Warren Buffet é presidente da Berkshire Hathaway, conglomerado que reúne 60 empresas dos mais variados segmentos. Aos 87 anos de idade, conta com um patrimônio de aproximadamente US$ 85 bilhões. Com uma conta bancária dessa, ele deve ter uma garagem cheia de carrões, certo? Parece que não.

Buffet é conhecido pelo jeito simples de levar a vida. O executivo mora na mesma casa há 60 anos e costuma manter seus carros pelo máximo de tempo possível. Em entrevista à Forbes, ele declarou que dirigir um trajeto curto todos os dias o ajuda a manter seu carro durante anos. 

A filha de Buffet contou em entrevista que seu pai também prefere investir em carros usados e restaurados ao invés dos modelo 0 km. Warren Buffet tem o mesmo Cadillac XTS desde 2014. Antes disso, ele dirigiu um Cadillac DTS durante 8 anos.

Steve Ballmer

Ballmer é ex CEO da Microsoft e dono do Los Angeles Clippers, o que lhe rendeu um patrimônio de U$S 37 bilhões. Mas o que ele tem na garagem  é um Ford Fusion híbrido no valor de US$ 30.000 desde 2009.

 

 

De peixe peixinho é

Alice Walton é a única filha e herdeira do fundador da rede varejista Wallmart. Alice se tornou a mulher mais rica do mundo recentemente e tem uma fortuna de cerca de US$ 41 bilhões. Mesmo com todo esse dinheiro, seu carro é uma picape Ford F-150, avaliada em apenas US$ 40.000. Esse é simplesmente o veículo mais vendido dos EUA.

São Luiz

Ford aprimora linguagem de luzes para carros autônomos

04 de Outubro de 2018 . Por Jota Pompílio

Que tal antecipar o que o carro vai fazer através de um simples jogo de luz? A Ford quer chegar lá. Segundo a fabricante, o objetivo é criar uma linguagem universal de luzes para que todos os usuários das ruas – pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas – possam entender se o veículo autônomo pretende partir, parar ou simplesmente seguir em frente. “Para que a tecnologia de carros autônomos tenha sucesso é vital todos terem confiança em como ela funciona”, diz John Shutko, especialista técnico de Fatores Humanos para Veículos Autônomos da Ford. “Por isso, estamos trabalhando junto com todos os desenvolvedores, empresas automotivas e de tecnologia para criar um padrão na indústria.”

Para isso, a Ford continua a trabalhar também com a Organização Internacional de Normalização (ISO) e a Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE). Os três pontos principais da padronização são o design e a cor dos sinais e o local de sua instalação no veículo.

Códigos de luz

No ano passado, a Ford testou junto com o Virginia Tech Transportation Institute (VTTI) um sistema de sinalização montado no teto de uma Transit. A van era dirigida por um motorista, mas ele foi camuflado com um traje especial para simular um veículo autônomo. Equipada com múltiplas câmeras, a van rodou mais de 3.000 km e registrou as reações das pessoas diante de três códigos de luz:

•         Parando: duas luzes brancas se movendo de um lado para o outro, indicando que o veículo vai parar completamente;

•         Modo de direção ativo: uma luz branca contínua para sinalizar que o veículo pretende continuar no seu trajeto atual – apesar de poder reagir a outros usuários da pista;

•         Pronto para partir: uma luz branca piscando rapidamente, comunicando que o veículo começa a acelerar depois de uma parada.

Todas as imagens foram catalogadas e mostraram que os sinais não geraram nenhum comportamento inseguro nos usuários. Para comprovar essa aceitação, a Ford explica que outro estudo foi realizado em um ambiente de realidade virtual. Os participantes foram colocados em uma esquina diante de vários veículos circulando em um cruzamento, alguns deles equipados com os sinais luminosos e outros não, para observar sua reação. Mesmo sem receber nenhuma explicação prévia, eles precisaram de apenas cerca de duas exposições para aprender o significado de um sinal e de cinco a dez exposições para entender todos os três sinais.

“O mais encorajador desse estudo foi mostrar que os sinais aumentam a confiança das pessoas nos veículos autônomos quando elas conseguem entender melhor a sua movimentação”, explica John Shutko.

Próximo passo

Como próximo passo, o sistema será testado novamente no mundo real. A Argo AI vai observar as reações dos usuários das ruas usando uma pequena frota de Fusion Hybrid autônomos de pesquisa na região de Miami, na Flórida. Pesquisas também estão sendo realizadas na Europa para entender como os sinais são compreendidos em outras regiões e culturas.“É essencial que o padrão adotado seja compreendido tão rapidamente quanto uma luz de freio ou uma luz de seta”, completa John Shutko. “Estamos abertos a trabalhar juntos para que os veículos autônomos sejam integrados à sociedade sem confundir as pessoas.” 

Dra Kaline Ferraz

A evolução do Audi R8 LMS no Salão de Paris

03 de Outubro de 2018 . Por Jota Pompílio

Para os amantes de velocidade os olhos, com certeza, brilharam ao ver o Audi Sport customer racing apresentar seu quarto novo modelo em apenas quatro anos. A nova versão do modelo, bem-sucedido em corridas de alta velocidade e resistência em todo o mundo, é adaptada às exigências do cliente com relação à tecnologia e custos de operação.

Carro que após o lançamento mundial em Paris, a Audi Sport entregará os primeiros carros de corrida para clientes em novembro, por 398 mil euros. O kit de evolução para readaptação de gerações de modelos anteriores custa 28 mil euros. Após homologação da FIA, os carros de corrida competirão mundo afora por pontos, vitórias e títulos a partir de janeiro.

“Ao desenvolver a evolução do carro, colocamos maior foco em nossos clientes e suas necessidades”, diz Chris Reinke. “O estágio de pré-design para a segunda evolução da geração atual do nosso modelo foi baseado em diversas discussões com nossas equipes.” Além dos pilotos profissionais, que fazem sucesso com esses carros de corrida, pilotos amadores também conquistaram vitórias de classe ou títulos gerais na América, Ásia, Austrália, Nova Zelândia e Europa. 

Durante o desenvolvimento do projeto da evolução mais recente, a Audi Sport se concentrou em fornecer a esses clientes uma base técnica ainda melhor que a oferecida antes. A otimização da aerodinâmica e do sistema de resfriamento fornece maior consistência sob diversas condições de pilotagem dinâmica. A durabilidade dos elementos da transmissão é outra área de foco.

Para as equipes, o pacote de evolução do R8 LMS compensa em termos de corrida e economia: modificações moderadas do conceito geral e maiores intervalos entre manutenções para a embreagem e a transmissão representam investimentos sensíveis que prometem sucesso em corridas e oferecem suporte aos amadores. Independentemente se as equipes já sejam proprietárias de um R8 LMS de segunda geração ou comprem um modelo novo: as alterações trazem benefícios a todos e também são adequadas para a readaptação de carros de corrida anteriores.