Nos últimos anos, muitas pessoas pesquisaram a palavra “híbrido”, que era e ainda é muito usado para quem estuda Biologia. Hoje, porém, para quem tem automóvel, o termo ganhou força e há uma montadora que faz disso uma regra e só concebe modelos “híbridos”, a Lexus!

Montadora que só fabrica carros de luxo da Toyota, a Lexus apostou nessa ideia. “Ela é a primeira fabricante a  ter todos os seus modelos totalmente híbridos”, lembra Glauco Feitosa, gerente da Lexus Fortaleza do Grupo Newland.

Segundo o profissional, o sistema é inovador, “pois é auto recarregável, sem a necessidade de tomadas, estando seu carro pronto para uso a qualquer momento. Na prática, o melhor dos dois mundos, pois conta com o motor a combustão e o motor elétrico em um único Lexus”, destaca o expert. O grande trunfo é que não precisamos parar para recarregar o sistema, sem custo com tomadas ou ficar procurando uma por aí em postos.

Entenda o funcionamento 

Glauco explica que os modelos da Lexus contam com duas formas de motorização. “Em quase todos os modelos, há um propulsor a gasolina e um outro elétrico. Felizmente, a maioria dos híbridos consegue aproveitar o próprio movimento do carro para gerar energia”, ressalta.

O meio ambiente agradece

Para ter uma ideia do impacto positivo desses veículos, veja um exemplo: um carro comum emite em torno de 110 g de CO²  por quilômetro rodado, enquanto um automóvel híbrido fica por volta das 70 gramas. 

Já imaginou ter um carro que, em alguns momentos, pode gerar sua própria energia? Parece muito futurístico, mas não é. Em situações como a descida de uma ladeira, veículos híbridos aproveitam a energia cinética para recarregar as baterias. “E essa mesma energia pode ser usada para carregar seu smartphone dentro do carro. Incrível, não acha?”, pondera Glauco.

Economia de combustível

Imagine ter um automóvel que consegue percorrer 18,9 km com apenas 1 litro de combustível na cidade. Esta economia fantástica é o que mais atrai as pessoas para os carros híbridos. Por serem carros altamente tecnológicos, eles conseguem usar o motor a gasolina apenas em situações de real necessidade. Por exemplo: ao trafegar abaixo dos 50 km/h ou fazer manobras de estacionamento, o propulsor atuante é o elétrico.

Se essa moda pega!

Rodízio em Fortaleza, por enquanto, não existe! Mas na grande São Paulo, o condutor que trafega em horários e locais não permitidos comete infração média. O resultado é uma multa de R$ 130,16 e quatro pontos na carteira. Isso pesa no bolso e na liberdade de muitos.

Para evitar que os consumidores comprem mais um automóvel extra, poluidor, para fugir do rodízio, a prefeitura de São Paulo isentou os automóveis híbridos. A ideia é que as pessoas troquem os veículos a gasolina por um que seja sustentável.

Umas das características do modelo híbrido é ao dar partida o silêncio é absoluto, a potência do motor elétrico já está toda a disposição, lhe proporcionando uma experiência de condução silenciosa e eficiente.  “O gerenciamento do uso dos motores é feito pelo carro de acordo com a condução do motorista. Conforme seja preciso vai estar sendo usado um motor ou o outro, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo”. 

Glauco finaliza que a manutenção é outro ponto forte nos híbridos da Lexus. “Com componentes que utilizam tecnologia inovadora, os veículos possuem manutenção simples e preço de revisão fixo, contando também com  a tranquilidade proporcionada pela garantia de oito anos para o sistema híbrido Lexus. É ou não é vantajoso?”, brinca o gerente?




Começa assim: rascunho, carro-conceito e de repente produção em série. Com o Porsche 911 Speedster não foi diferente. Mas com gosto a mais: foi concebido para comemorar os 70 anos da Porsche, um presente especial para seus fãs. Apresentado no mês passado no Salão de Nova York (EUA), como conceito, o modelo é baseado sobre a geração anterior do 911 e visual inspirado em clássicos Porsche Speedster do passado. O modelo representará as últimas unidades da geração antiga do esportivo

A motorização vem do 911 GT3, equipado com um seis cilindros boxer 4.0 de 509 cv de potência e 47.8 kgfm de torque, que lhe faz ser capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4,0 segundos e alcançar uma velocidade máxima de 310 km/h, movido por um câmbio manual de seis marchas.

O motor de quatro válvulas por cilindro faz o novo Speedster entregar 10 cv a mais do que o GT3. Isso se deve porque os injetores de combustível de alta pressão com padrão de aspersão modificado com válvulas de aceleração individuais, proporcionam uma resposta mais imediata aos comandos do acelerador. O sistema de escapamento esportivo de aço inoxidável totalmente novo pesa 10 quilos a menos – incluindo os dois filtros de partículas.

O modelo terá produção limitada a 1.948 modelos – fazendo referência ao ano de 1948, quando a marca lançou seu primeiro modelo, o 356 – tendo preço US$ 274.500, cerca de R$ 1 milhão na conversão direta atual.

No visual, o capô é composto de fibra de carbono – que pesa dois quilos a menos que o do GT3 – e os para-choque, também de material composto com fibra de carbono, são originários do 911 R. No lugar dos espelhos tipo Talbot usados no veículo conceito, a versão de produção do novo Speedster traz espelhos retrovisores externos Sport Design, aquecidos e ajustáveis eletricamente. O defletor traseiro extensível e aerodinamicamente ajustado foram adotados pelo Speedster a partir do GT3 Touring.


Testando ela, a SW4 2.8 turbinada, 4x4 e que gosta de areia

06 de Junho de 2019 . Por Jota Pompílio

“Lá vem a bichona!”. “Eita que bichona linda, hein!”. “Ei macho, quanto essa bichona custa mesmo?”. Foi assim que devido ao porte “aloprado”, isto é, bastante comprido, que o cearense apelidou-a e se apaixonou de cara, olho no olho. Pois foi nessa grandalhona, a SW4, “aquela toda fechada” que o Road In andou e olha, também ficamos caidinhos por ela, tá?

Como antecipei, o modelo por si só já chama atenção pelo tamanho nada discreto. Nota-se também que por dentro ela tem muito em comum com sua irmã, a picape Hilux, pelo fato de utilizar o mesmo conjunto mecânico. A versão que eu dirigi, a SRX 2.8  turbodiesel 4×4, de 7 lugares, é a top. Toda linha da SW4 representa hoje, em Fortaleza, segundo Tiago Rocha, supervisor comercial da Newland, 70% do market-share, “sendo líder da categoria no Brasil”, enfatiza. 

A bordo, a regulagem da direção, bancos (aproximação e postura) é super fácil. Após ligar a chave, o barulhinho do diesel que é característico aparece e que cá entre nós, vem diminuído. No banco – que mais se assemelha a uma poltrona, dá uma sensação de tranquilidade.  

A SW4 SRX, com sua proposta de luxo, traz um pacote recheado de itens de série. Não há opcionais para a versão e muitos do que são oferecidos, não eram empregados na versão anterior, como os leds de iluminação diurna, chave presencial, airbag de joelho para o motorista, porta-malas com abertura e fechamento elétricos e botão de partida.

Motor que fala

Apesar do porte enorme, os 177 cavalos da SW4 SRX faz ela aparecer um carro esportivo e que 120 km/h nos dá a sensação de 60km/h. Acima dos 100km/h, a “zuada” do motor à diesel é quase imperceptível e responde bem nas acelerações. 

Ele leva a grandalhona de 0 a 100 km/h em 12,6 segundos! Levando em conta seu peso e tamanho e pela “Lei da Relatividade”, de Albert Einstein, poderíamos dizer que seriam 6,3 segundos. Traduzindo, é um baita de um motor!!!!!!!!! 

Segundo o profissional Tiago, o cliente da SW4 procura tanto conforto como robustez e que quando ela está na estrada, “passe segurança em qualquer tipo de terreno, mesmo em casos de off road extremo”, salienta Tiago. Socialmente, quem compra uma SW4 são geralmente profissionais liberais, médicos, empresários... O preço?  Na versão que andei custa R$ 268.000,00. E olha, as manutenções são super baratas, tabeladas pela Toyota em seu site para todo mundo ver!  

Voltando para as impressões, na cidade, o SUV anda bem, mas seu peso parece deixar o motor meio preguiçoso só na primeira aceleração. Porém, essa impressão se desfaz segundos depois quando o motor começa a encher de acordo que o pé vai afundando no acelerador. É nítida a força que o propulsor turbo apresenta. Detalhe: é preciso segurar o pé para não fazer besteira no trânsito, ok?

Quando o tema é estabilidade, nas rodovias estaduais e federais, o utilitário esportivo da Toyota dá conta do recado. Os pneus também ajudam nas quatro rodas, pois medem 265/60 R128 de uso misto. Ah, outro detalhe importante é que o fato de ser grande, não significa que o SW4 SRX seja gastador. Pelo contrário! No modo ECO, acionado por botão no console, a média de consumo registrada foi de 9,5 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada.

O espaçoso SW4 SRX facilita o acesso de passageiros à terceira fileira dos bancos. Crianças viajam bem no sétimo e oitavo banco do SUV. Adultos conseguem viajar nessas poltronas, mas em trechos bem curtos. A SW4, com 2.130 kg, mede 4,79 m de comprimento, 1,85 de largura, 1,83 de altura e 2,74 o entre-eixos. O tanque tem capacidade para 80 litros.

Off-road

Nas curvas, os pneus cantam um pouco e a carroceria robusta resiste bem às rolagens. A eficiente suspensão Independente com braços duplos triangulares (dianteira) e eixo rígido (traseira) e o sistema de controles de tração e estabilidade dão firmeza ao utilitário. Outro ponto positivo do SW4 SRX é no off-road, graças ao seletor eletrônico de tração, bloqueador do diferencial traseiro e do assistente de descidas.

O SUV SW4 se mostra robusto em todos os detalhes, como nos parachoques cheios de arrojo. , Os detalhes cromados da carroceria, as lanternas e os faróis de led transmitem modernidade. No interior, o conforto surpreende pelo acabamento e nos materiais utilizados. A ergonomia é generosa, a coluna de direção tem ajustes de altura e profundidade, a tela multimídia é bem prática, embora não tanto intuitiva. O SUV tem câmera de ré, mas faltam sensores de estacionamento.

Breve conclusão

Valeu a experiência de andar durante um final de semana no SUV de luxo da Toyota. Nem se compare com seu antecessor. O Toyota SW4 de hoje é um SUV bonito, com design moderno e bastante atraente no conforto, comodidade e na motorização. Se você é um interessado na compra, tenha certeza que não irá se arrepender. É uma excelente compra. Sem contar é claro que tem um ótimo valor de revenda!!!!!!!!!

A campanha de Pós-vendas "Revisão Premiada Nissan" volta este ano para oferecer prêmios para estimular os clientes a manter o carro em dia nas viagens de férias de meio de ano. Na edição 2019 da promoção, serão ofertados 60 vales-combustível no valor de R$ 300, utilizáveis em todo o país, e um Nissan Versa SV zero-quilômetro. Em Fortaleza, a marca é representada pelo Grupo Carmais através da Jangada Nissan.

A novidade este ano será a possibilidade do ganhador do Nissan Versa sorteado no final da promoção escolher a cor e também os acessórios originais Nissan que deseja para personalização do veículo conforme seu gosto pessoal e estilo de vida.

Para participar, basta o cliente adquirir produtos e serviços originais Nissan até o dia 31 de julho, em todo o território nacional. As notas fiscais dessas compras devem ser cadastradas no site dedicado da campanha (www.revisaopremiadanissan.com.br). A cada R$ 200, a pessoa recebe dois números da sorte para concorrer, sendo um número para concorrer ao Nissan Versa 0km personalizável, e outro para concorrer aos 60 vales-combustível, limitado a 60 por CPF (30 números para cada tipo de premiação).


"É o 5º ano seguido que a Nissan promove campanhas nacionais de Pós-vendas oferecendo grandes prêmios como veículos Nissan, vales-combustível e mesmo viagens para a final da UEFA Champions League. Esse tipo de promoção reforça de forma consistente o Compromisso Nissan de qualidade e satisfação de seus clientes", declara Mário Furtado, gerente sênior de Pós-vendas.

O site da promoção disponibiliza as ofertas que o cliente poderá aproveitar durante o período da campanha. Acessórios originais, pneus, peças, serviços com mão-de-obra inclusa e Kits Instalados são algumas das ofertas que o cliente pode adquirir com preços promocionais.

Prefeitura de Fortaleza

Com versão híbrida, BMW X1 2020 é revelado

04 de Junho de 2019 . Por Jota Pompílio

Depois de tanta novela, flagras e salões, o BMW X1 acaba de ser revelado oficialmente. Em sua renovação, segundo engenheiros da marca, agora o SUV traz a nova linguagem visual, enquanto o interior recebeu uma reestilização, digamos, mais superficial. 

Detalhe importante: o X1 começará a ser vendido na Europa no segundo semestre, mas não há nada confirmado para o Brasil, conforme comunicado da marca enviado para a imprensa. 

Sobre a fera

Na parte externa, o novo BMW X1 recebeu uma grade maior, similar ao novo Série 1 . Ela possui duas entradas de ar que se unem por uma peça em cromo, além de trazer os faróis redesenhados nas laterais (com opcuinal em LED). O para-choque segue a linha dos “irmãos” X5 e X7, agora sem os faróis de neblina redondos, para entrar no lugar os horizontais, integrados às entradas de ar.

Na traseira, as lanternas também são novas. Agora têm desenho em "L" e ajudam a destacar as linhas do porta-malas. Além disso, as ponteiras do escape aumentaram de tamanho, sem falar do pacote aerodinâmico presente nas versões M Sport, com difusor de ar, saias laterais e um para-choque dianteiro mais agressivo. Por último, mas não menos importante, as novas rodas são de 18 ou 19 polegadas dependendo da versão.

Os motores, por outro lado, não terão atualizações em relação ao que equipa o modelo atual. Portanto, será o mesmo 2.0 turbo de quatro cilindros na versão de entrada, que gera 231 cv e pode trabalhar com tração dianteira ou nas quatro rodas, usando o câmbio automático de 8 marchas. Com isso, vai até os 100 km/h em 6,5 segundos e é capaz de rodar 15,8 km/l. Por aqui, no Brasil, os clientes podem optar pela variante 2.0 Flex de 192 cv.