Para quem curte motos esportivas, aliás, super esportivas, a Honda, neste mês, dá um super presente: lança no Brasil a versão 2018 da nova CBR 1000RR Fireblade, que recebeu atualizações de grafismo das carenagens, que reforçam a esportividade do modelo. De acordo com a fabricante, esta nova geração está mais leve (redução de 15kg) e 11cv mais potente, o que assegurou uma relação peso/potência recorde de 14% a mais que o modelo anterior.

Em duas versões, o câmbio possui seis velocidades com a transmissão final feita por corrente. Com injeção eletrônica PGM-DSFI, todo o conjunto da nova CBR1000RR Fireblade já atende à segunda fase do PROMOT 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares).

A CBR 1000RR Fireblade estará disponível no mercado brasileiro a partir deste mês em toda rede de concessionária Honda Dream. Imponente, ágil e fácil de pilotar, esta nova versão, promete marcar um novo capítulo no mercado brasileiro de motocicletas superesportivas.

É bom salientar que o modelo é importado do Japão e que conta com 3 anos de garantia e o exclusivo "Honda Assistance 24h", com assistência durante todo o período de vigência da garantia em todo território brasileiro, incluindo Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.

Seu preço público sugerido é de R$ 69.900,00 na versão CBR 1000RR Fireblade, disponível na cor vermelha e R$ 79.900,00 na versão CBR 1000RR Fireblade SP inspirada nas cores de competição HRC (branco, azul e vermelha), respectivamente, com base no Estado de São Paulo, sem despesas de frete e seguro.

Novidades

Uma das novidades desta geração é o pacote eletrônico composto por soluções que representam a última palavra em tecnologia. Uma unidade de medição de inércia (IMU), novo módulo de controle de tração regulável (HSTC) e sistema de seleção do modo de condução da motocicleta (RMSS) são algumas das inovações responsáveis por agregar maior desempenho e segurança ao modelo.

Estilo e exclusividade

Externamente, a nova CBR 1000RR Fireblade traz linhas que remetem aos modelos de competição da Honda Racing Corporation (HRC). Em toda a concepção do projeto, três premissas foram fundamentais: menor peso, mais potência e controle total.

Seu jeito, sua cara

À direita do guidão e próximo à manopla, está o botão da função MODE, responsável por selecionar até cinco modos de pilotagem. Os três primeiros estão divididos em Street (Modo 3), para uma pilotagem mais suave e que prioriza o conforto; Winding (Modo 2), que permite uma pilotagem mais esportiva, porém, equilibrada com a atuação dos controles de segurança; e Track (Modo 1), onde toda força e desempenho são disponibilizados a pleno, ou mesmo desligados por completo. Para isso, uma central eletrônica mantém pré-ajustados parâmetros de funcionamento de três características básicas: potência do motor, controle do torque e o controle do freio-motor.

Os modos 4 e 5 estão disponíveis para as definições pessoais e totalmente configuráveis do piloto. É possível personalizar e gravar na memória do sistema os níveis desejados de atuação para cada um dos parâmetros, com cinco níveis exclusivos para a potência e nove para a seleção de torque. Na versão Fireblade SP ainda é possível configurar a suspensão semiativa da marca Ohlins em até seis níveis de ajuste e três para o freio-motor.

Um detalhe especial são as informações de painel disponibilizadas para cada modo de condução, como tempo de volta, temperatura e até o ângulo de posicionamento da manopla do acelerador, segundo a opção do tipo de pilotagem. Seja qual for o modo selecionado, a CBR 1000RR Fireblade permite total controle, com tranquilidade e muita segurança.

A alta tecnologia do modelo também permitiu completa integração entre seus componentes e as medições dinâmicas da motocicleta. Nas configurações mais automatizadas, por exemplo, a IMU (unidade de medição de inércia) trabalha junto com o controle de tração (HSTC), módulo ABS (freios antitravamento) e sensores fixados nas rodas dianteira e traseira.
Isso significa que, dependendo do modo de condução escolhido, a CBR 1000RR Fireblade não permite, por exemplo, situações de aceleração que tirem a roda da frente do solo, ou mesmo que façam a roda traseira escorregar em saídas ou entradas de curvas. Seja um momento de retomada de velocidade ou mesmo frenagens bruscas, qualquer leitura anormal nestas condições será corrigida de forma instantânea e automática, sem riscos em relação à segurança do piloto.