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Fenacam deve movimentar R$ 100 milhões

13 de Novembro de 2017 . Por Balada In

A Feira Nacional do Camarão (Fenacam) inicia nesta quarta-feira (15) e segue até sábado (18), no Centro de Convenções de Natal, devendo reunir 2.000 congressistas e 3.000 visitantes. Ela abre as portas com investimento de R$ 10 milhões para levantar discussões sobre oportunidades e ideias que ajudem a destravar o desenvolvimento da carcinicultura do Nordeste e brasileiro.

Na pauta, temas como desafios para conviver e continuar produzindo na presença da ‘mancha branca’; as oportunidades do mercado interno e as perspectivas das exportações, inclusive para o mercado norte-americano, com a recente saída do camarão brasileiro da ação antidumping.

O produtor cearense José Quintão de Oliveira, da Joli Aquicultura, ressalta que o mercado para os produtores está bom, uma vez que houve redução de oferta. Mas as empresas estão precisando investir para se adaptar à nova realidade, com um rígido controle da parte operacional dos criatórios.

Ele lembra que a ‘mancha branca’ é um problema sério, mas outras doenças não chegaram ao Ceará. E que a carcinicultura cearense voltará ao nível de produção mais elevado, tornando o valor do camarão competitivo, para voltar a exportar, pois nosso produto cearense tem muita qualidade.

Também serão discutidos os avanços tecnológicos dos cultivos intensivos com Estufa Agrícola para aumento da temperatura e controle da Mancha Branca; melhoramento genético, entre outros. Além do XIV Simpósio Internacional de Carcinicultura, serão realizados o XI Simpósio Internacional de Aquicultura, o XIV Festival Gastronômico de Frutos do Mar e a XIV Feira Internacional de Serviços e Produtos para Aquicultura.

A abertura do evento será às 19 horas desta quarta e, de 16 a 18 acontecerá a programação técnica, sempre das 8h30 às 13 horas, e a comercial, das 14 às 22 horas. A feira de serviços e produtos para o setor contará com 90 empresas expositoras e tem expectativa de movimentar R$ 100 milhões.

A cração de camarão em cativeiro é uma atividade rentável na Região Nordeste

Foto: Divulgação

  • José Quintão
    José Quintão