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Fortaleza se posiciona como polo de startups

11 de Julho de 2018 . Por Marcelo Cabral

Fortaleza está se posicionando como um polo desenvolvedor de startups (novas empresas na área de tecnologia), a exemplo do que já acontece com outras grandes capitais do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Florianópolis e Recife.

Esta é uma constatação de um levantamento realizado pela Associação Brasileira das Startups (Abstartups), que tem mapeado os locais que concentram mais empresas desse segmento em todo o território nacional.

Na capital cearense, o Rapadura Valley é uma comunidade que reúne diversas empresas do gênero, coworks e outros espaços onde a pesquisa e o debate sobre inovação tecnológica são uma constante.

Segundo o Sebrae, no Índice Global de Inovação (IGI) o Brasil melhorou cinco posições, subindo do 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. Apesar disso, o País não lidera a inovação na América Latina, ficando atra’s do Chile.

Fortaleza, por ser o ponto de entrada dos cabos submarinos de fibra óptica que chegam ao Brasil e já ter vários centros de desenvolvimento e pesquisa - públicos e privados - vai se credenciando cada vez mais para se tornar um grande Hub de Telecomunicações e de Inovação, atraindo empresas de porte como Google e Microsoft.

Outro fator importante para o crescimento das startups é que seja desenvolvido todo um ecossistema em seu entorno, incluindo instituições de ensino, investidores, órgãos de fomento, incubadoras e aceleradoras.  

Em parceria com a RIC (Rede de Incubadoras do Ceará), a Prefeitura de Fortaleza, por meio da SDE, já tem duas incubadoras de novas empresas, sendo uma no Cuca da Barra do Ceará e outra na Regional de Messejana.

Além disso, em parceria com universidades como Unifor, FA7. Farias Brito e Faculdade da Grande Fortaleza, cujos campi já foram declarados parques tecnológicos, vai contratar uma empresa para criar dois polos para incubação e desenvolvimento de novas empresas, cujos projetos estão em andamento.

Espaços para a aceleração e incubação de startups já existem em Fortaleza e serão criados outros

Foto: Divulgação

  • Roberto Cláudio
    Roberto Cláudio
Mucuripe

Exportações cearenses batem recorde em junho

11 de Julho de 2018 . Por Marcelo Cabral

As exportações cearenses bateram um novo recorde no mês passado. Foram US$ 242,7 milhões, um aumento de 68,8% em relação a maio deste ano e 72,6% a mais que junho de 2017. Foi o maior valor exportado em um único mês desde 1997, quando o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) passou a disponibilizar os dados. 

Já as importações somaram US$ 208,9 milhões – 29,3% a menos que o mês anterior. A queda nas compras no exterior e o crescimento das exportações garantiram o primeiro saldo positivo na balança comercial mensal cearense de 2018, com US$ 33,8 milhões.

Analisando os dados do acumulado de janeiro a junho de 2018, as exportações atingiram o valor de US$ 1,025 bilhão, o maior dos últimos cinco anos, e as importações contabilizaram US$ 1,3 bilhão, cifra essa 17,8% maior que igual período de 2017.

Em relação aos setores que mais vendem para o exterior, calçados, frutas e couros mantiveram sua importância na pauta exportadora do Estado, com destaque para o de frutas que registrou alta de 52,9% de 2017 para cá, contabilizando US$ 79,9 milhões.

No entanto, o setor líder das vendas externas continua sendo o de “ferro fundido, ferro e aço” que engloba os produtos da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). O segmento atingiu no primeiro semestre desse ano a marca de US$ 578,1 milhões, valor 16,8% maior do que o do ano passado, em igual período.

Com as exportações de ferro e aço da CSP, o Estado passou a estreitar fortes parceiras com novos destinos, como é o caso da Turquia (US$ 116,7 milhões) e Polônia (56,3 milhões). No entanto, o principal destino das vendas externas do Ceará continua sendo os Estados Unidos.

Com US$ 302,5 milhões em compras de produtos cearenses, os EUA representam quase 30% do total comercializado em 2018. Outros países também apresentaram aumentos significativos entre 2017 e 2018, como Alemanha (210,1%), Canadá (233,3%) e Holanda (109%).

Porto do Pecém é a principal porta da saída de mercadorias produzidas em território cearense

Foto: Divulgação

  • Placas de aço da CSP
    Placas de aço da CSP
Lexus - Selo

Imóvel Fest inicia sexta-feira no North Shopping Fortaleza

11 de Julho de 2018 . Por Marcelo Cabral

A Lopes Immobilis e oito das maiores construtoras da capital cearense - Moura Dubeux, Diagonal, Helbor, Harmony, WR , Direcional/Victa, Magis e Canopus realizam, desta sexta-feira (13), até o próximo dia 29, o Imóvel Fest, na Praça de Eventos do North Shopping Fortaleza. 

“Nós já possuímos uma forte expertise na venda de imóveis em shoppings e comprovamos a grande retomada do mercado imobiliário do Ceará, que sempre se apresentou como ‘um ponto fora da curva’ com relação ao resto País”, diz Ricardo Bezerra, sócio-diretor da Lopes. 

O Imóvel Fest apresenta-se como uma vitrine de empreendimentos que vão desde os apartamentos mais econômicos, com preços a partir de R$ 125 mil, até imóveis de mais elevado padrão. 

Ainda segundo Ricardo Bezerra, esta edição contará com algo que os eventos anteriores não tiveram. “O momento que vivenciamos hoje no mercado de Fortaleza é ímpar e privilegia sobremaneira o comprador, pois devido à grande oferta de imóveis, os preços estão, em muitos casos, abaixo do custo. E esse baixo preço, aliado à substancial queda na taxa de juros dos financiamentos, faz acontecer a “Tempestade Perfeita” no setor”, completa o empresário.

Imóvel Fest diversas opções de padrão, com preços até abaixo do custo e juros bem acessíveis

Foto: Divulgação 

  • Condomínio de luxo
    Condomínio de luxo
Ldb-apoio

Hard Rock Hotel Fortaleza vai iniciar vendas

11 de Julho de 2018 . Por Marcelo Cabral

Com lançamento previsto para 2020, o empreendimento do Hard Rock Hotel Fortaleza terá  vendas iniciadas neste segundo semestre. Por meio do conceito de propriedade compartilhada, são vendidas frações dos imóveis e cada interessado poderá adquirir cotas.

Os valores médios ficam entre R$ 63 mil a R$ 320 mil, que englobarão dias para uso e divisão dos custos de manutenção das unidades, situadas na Praia da Lagoinha, além da possibilidade de transitar entre as demais unidades da rede ao redor do mundo.

Comum nos Estados Unidos, Caribe e Europa, a proposta de propriedade compartilhada foi originalmente idealizada para a compra de aeronaves particulares, mas rapidamente tornou-se um método prático e financeiramente viável na aquisição de imóveis de luxo. 

"Como o Hard Rock Hotel Fortaleza foi desenvolvido e direcionado para esse sistema, toda a documentação, regras de condomínio, sistema hoteleiro e escrituras no cartório foram feitas sob medida e dentro da legislação", afirma Samuel Sicchierolli, CEO da VCI, Venture Capital Investimentos, 

A gestão e manutenção do hotel é efetuada pela própria Hard Rock EUA, que apenas cobrará dos proprietários uma taxa mensal média de R$ 200,00. Casas e apartamentos são entregues totalmente mobiliados, decorados e equipados com eletrodomésticos, eletroeletrônicos, louças, roupas de cama, mesa e banho de alto padrão, tudo o que é necessário para uma hospedagem de luxo. 

O Hard Rock Hotel Fortaleza contará com 227 quartos e 174 unidades residenciais. Localizado a cerca de 90 quilômetros de Fortaleza, o empreendimento trará as experiências características dos hotéis da marca, como um Rock Spa, Lobby Bar, Grab N' Go, um Body Rock Fitness Center e uma Rock Shop.

Projeção mostra como ficará o novo hotel da rede Hard Rock, localizado na Praia da Lagoinha

Foto: Divulgação

  • Obra em execução
    Obra em execução
  • Samuel Sicchierolli
    Samuel Sicchierolli
HAISA

Ceará tem amplo potencial para geração distribuída

10 de Julho de 2018 . Por Marcelo Cabral

Em um almoço empresarial realizado na tarde de hoje, na FIEC, o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (AGBD), Carlos Evangelista, disse que o Ceará reúne todas as condições para receber empresas de geração distribuída de energia e ser um centro de negócios, pesquisa e desenvolvimento do setor.

O encontro foi promovido pelo Sindienergia para divulgar o 3º Congresso Brasileiro de Geração Distribuída (CBGD), que será realizado nos dias 24 e 25 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará (CEC) em Fortaleza.

"Será a segunda vez que realizaremos o evento em Fortaleza. Fomos muito bem  recebidos no ano passado e percebemos a receptividade das empresas cearenses e o grande potencial do Estado", afirmou Evangelista.

Segundo Benildo Aguiar, presidente do Sindienergia, esse tipo de geração é uma realidade para a maioria das empresas que atuam no setor elétrico. "Hoje, temos possui 54 associados e 44 trabalham com geração distribuída. A tendência é que esse número cresça para 100%, pois as empresas que trabalham apenas com energia convencional devem incluir a geração distribuída em seu portfólio".

Joaquim Rolim, coordenador do Núcleo de Economia da FIEC, apresentou dados sobre a posição do Estado. "O Ceará é, hoje, o 7º lugar no Brasil e 1º lugar do Nordeste em produção de geração distribuída. Estamos bem acima da média da nossa região e continuaremos crescendo", informou.

 

Carlos Evangelista destacou o potendial do Ceará para a geração distribuída de energia

Foto: Divulgação

  • Parque eólico
    Parque eólico