Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estática (ISAPS), Mestre em Cirurgia Plástica pela Universidade Federal do Ceará e autor do livro ”Cirurgia Plástica para Leigos”, com passagem pela Harvard Medical, pelo Saint Joseph Hospital e tendo realizado diversos cursos em Nova York, Las Vegas e Boston, onde buscou aperfeiçoamento em sua área, o cirurgião plástico Eduardo Furlani explica que hoje existem técnicas revolucionárias de tratamentos faciais, com resultados mais naturais, bem menos agressivos e com recuperação mais tranquila. 

Um destes procedimentos é a lipoenxertia facial. A técnica utiliza gordura retirada do próprio corpo do paciente, para preencher depressões do rosto. Com o enxerto da gordura transporta-se à região células tronco que darão origem a novas células, rejuvenescendo a pele de forma bastante natural. 

Em entrevista ao Balada In, Dr. Eduardo Furlani conversou com a gente sobre o procedimento. Ele explicou que quando o paciente chega ao seu consultório é feito um mapeamento facial com volumetria da pele, para que possa ser feito um diagnóstico preciso sobre o problema. “Com o mapeamento é possível tirar a cor e a textura da pele, para ver apenas o relevo, onde precisa ser realizado o enxerto,” explica o médico. 

O procedimento é feito da seguinte forma: geralmente, extrai-se gordura da região abdominal da paciente por meio de uma cânula fina. Uma vez retirada, centrifuga-se para separar o sangue e outros líquidos das células de gordura, para somente depois injetar a gordura na região escolhida para o preenchimento facial. 

O cirurgião plástico nos explica que a lipoenxertia é um procedimento rápido e que normalmente é feita no consultório mesmo. Mas, se o volume de gordura a ser injetado for muito grande, a recomendação é que o procedimento seja feito em um hospital. 

“Nós envelhecemos porque murchamos. Então, até certo ponto a adição de gordura consegue corrigir essa flacidez. Na lipoenxertia você não sabe exatamente o que aconteceu, mas dá para perceber que a pessoa está mais jovem. Essa é a ideia do procedimento, até porque as pessoas nos veem no todo,” esclarece Eduardo Furalani. 

O cirurgião plástico explica que, além de reverter o efeito do envelhecimento, que na maioria das pessoas começa aos 30 anos, a lipoenxertia facial serve também para modelar e marcar algumas estruturas do rosto, inclusive em pacientes bastante jovens. “Existem pessoas que nunca tiveram uma mandíbula ou região malar muito bem delineadas, uma maçã do rosto bem contornada. Isso pode mudar através da lipoenxertia facial, mesmo em pessoas com idade bem menor”, acrescenta ele. 

Tendência mundial, a técnica é bastante segura e não tem efeitos colaterais, pois é feita com a gordura do corpo do próprio paciente. Porém, deve-se levar em consideração que, como é adicionado gordura em determinado local, se o paciente engorda, a gordura aumenta e se ele emagrece, a gordura diminui. Ou seja, apesar de permanente, os resultados do procedimento podem variar de acordo com as oscilações do peso. 

Atendendo aos convites dos organizadores da 32ª Jornada Norte/Nordeste de Cirurgia Plástica, que acontece de 14 a 16 de setembro em Maceió e do 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, que acontece de 15 a 18 de novembro em Florianópolis, Eduardo Furlani falará, como palestrante convidado, sobre a lipoenxertia. 

A Clínica Eduardo Furlani fica na rua Barbosa de Freitas, 1990 – Aldeota.  Tel: (85) 3055-0505.

Mais informações: www.eduardofurlani.com.br

Eduardo Furlani

Foto: Balada In

Lira Neto: o escritor e curador da Bienal do Ceará

30 de Abril de 2017 . Por Balada In

A XII Bienal Internacional do Livro do Ceará, realizada neste mês no Centro de Eventos do Ceará, foi a maior da história. Reuniu escritores, leitores, editoras e palestrantes em um mesmo espaço, em que a literatura era o assunto principal. Na curadoria do evento, um dos maiores biógrafos do Brasil: Lira Neto. Natural de Fortaleza, Lira é autor da trilogia sobre Getúlio Vargas, que vendeu a imponente marca de mais de meio milhão de exemplares. Agora, está viajando o país inteiro para lançar seu último trabalho, "Uma História do Samba - As origens".

Hoje, com 53 anos, ele conta que o reconhecimento, no entanto, não foi de um dia para outro. Muito menos a descoberta do talento. Lira Neto estudou Topografia, trabalhou como vendedor, professor, balconista, e desistiu de duas faculdades: Filosofia e Letras, até que descobriu a paixão pelo jornalismo em um jornal da Capital. "Minha vida sempre foi uma busca, uma tentativa de me encontrar naquilo que me satisfizesse, mas não conseguia saber bem o que era. Um dia, apareceu a vaga de revisor no jornal Diário do Nordeste. Eu nem sabia o que era revisão num jornal e me explicaram que era aquele sujeito que revisava, que corrigia os textos. E como eu sempre li muito, sempre tive muita facilidade para escrever, achei que podia me candidatar à vaga. Fiquei com a vaga e no dia que eu pus os pés no jornal, já perto dos 30 anos, eu descobri que era aquilo que eu queria fazer", lembra.

"Eu descobri o jornalismo, essa grande paixão que até hoje me mobiliza e me comove".

Pouco tempo depois, Lira Neto sairia da revisão para a redação, desta vez no jornal O Povo. "Eu descobri o jornalismo, essa grande paixão que até hoje me mobiliza e me comove. Mas a vida de repórter sempre me trazia uma inquietação, uma incompletude. Eu sempre me incomodei com o fato de, no jornal, você ter pouco tempo para apurar uma história e pouco espaço para escrevê-la. E aí eu disse: eu preciso continuar sendo jornalista em um outro suporte, não na página do jornal". Foi quando decidiu escrever livros para, de acordo com ele, escrever "sem a preocupação nem a pressão do tempo e do espaço".

Assim, recomeçou mais uma vez. "Quando eu resolvi escrever livros, meus amigos jornalistas disseram: você enlouqueceu, você não vai conseguir sobreviver. No começo, confesso que foi difícil. Meu primeiro livro, a biografia do Rodolfo Teófilo, foi publicado ainda aqui em Fortaleza, "O Poder e a Peste". Depois veio a biografia de Castello Branco, com uma tiragem modesta de oito mil exemplares. Em seguida, veio José de Alencar (O Inimigo do Rei), com 15 mil exemplares, mas a partir de Maysa, que tem 20 edições, fui conseguindo lentamente me libertar de outras atividades, como ser jornalista freelancer, me permitiu ser mais seletivo".

O reconhecimento foi ainda maior com a publicação do livro sobre Padre Cícero e com os três de Getúlio. "Esse sucesso todo que cercou a biografia de Getúlio também se repetiu no livro sobre o samba. Hoje é minha fonte exclusiva de renda", explica.

Personagens cearenses e a relação com o Estado

A escolha de alguns personagens, segundo Lira, tem a ver com a influência do Ceará. "Sempre li os autores cearenses. José de Alencar, que inclusive eu viria a biografar depois, Quintino Cunha, Antônio Sales, todos esses autores de alguma maneira repercutiram em mim. E não é à toa que se você pegar o apanhado dos meus livros, você vai ver pelo menos três cearenses: Castello Branco, José de Alencar e Padre Cícero. Então o Ceará está dentro de mim aonde quer que eu vá. Eu, por exemplo, agora todos os anos saio do Brasil para dar aulas em uma universidade americana e o Ceará vai comigo até lá. O Ceará nunca saiu de mim e nunca sairá".

Essa ligação com o Estado se dá também nos seus lançamentos. O autor diz que estabeleceu uma espécie de ritual para lançar seus novos trabalhos: após Rio de Janeiro e São Paulo, vem para Fortaleza. "Eu faço questão de ter um grande lançamento em Fortaleza porque, felizmente, eu consegui cultivar um bom número de leitores na minha cidade. Só pra citar um exemplo: no lançamento do livro do samba, este ano, eu passei quatro horas autografando livros sem parar no Passeio Público. Eu tenho muito carinho pelo leitor e, aqui, de uma forma muito afetiva".

"Estou há 16 anos fora, mas tenho uma ligação umbilical com a cidade e com o estado".


Bienal

Convidado pela Secretaria da Cultura do Estado (Secult) para ser curador da Bienal Internacional do Livro do Ceará, Lira Neto diz que tem uma relação afetiva com o evento. "A Bienal Internacional do Livro do Ceará tem uma história de intimidade comigo. A primeira Bienal, que ainda se chamava Feira do Livro, eu cobri como repórter. Passei a primeira Bienal toda escrevendo as matérias daqui, ainda em máquina de escrever, e mandava para a redação em fax. E, nas edições seguintes, eu sempre fui convidado como autor. E dessa vez eu recebi o convite do secretário da Cultura, Fabiano Piúba, para fazer a curadoria".

"Todo cidadão tem direito ao livro, à inclusão pela educação, à leitura, a descobrir o mundo".

Nesta edição, o tema foi "Cada pessoa, um livro; o mundo, a biblioteca" e Lira diz que essa forma de perceber a cultura foi o que o fez aceitar o convite. "Essa Bienal a gente entende como uma política pública, de formação de leitores, de difusão da leitura e isso logicamente não seria possível sem a articulação entre os vários poderes e a sociedade civil, a iniciativa privada. E a Secult entende que o poder público tem um papel fundamental no desenvolvimento da cultura, colocando, inclusive, a cultura como uma das prioridades, não como algo acessório, mas algo que está no nível da necessidade básica de todo cidadão. Todo cidadão tem direito ao livro, à inclusão pela educação, à leitura, a descobrir o mundo. Eu, como curador da Bienal, tenho só que agradecer o papel da Secretaria da Cultura e o do próprio governador porque ele entende que a cultura tem que ser uma prioridade de estado, tem que ser uma prioridade de qualquer governo", conclui.

Lira Neto

Jório da Escóssia Júnior e os rumos de seu hospital

10 de Abril de 2017 . Por Balada In

Já  são mais de três décadas se dedicando a transformar sorrisos. Formado em odontologia pela Universidade Federal do Ceará, Jório da Escossía Júnior começou a carreira ainda no consultório do pai Jório Almir da Escóssia. “Era só um consultório no centro, depois mudamos para uma clínica na avenida Barão de Studart e, há onze anos, estamos com o hospital na Antônio Sales”, relembra.

E foi justamente no primeiro hospital odontológico do Norte e Nordeste, o Jório da Escóssia, que Jório Júnior conversou com a gente. Ele falou sobre as novidades em procedimentos e sobre a constante expansão do local.

Hoje, além de ser um centro de aplicação das mais avançadas técnicas da odontologia mundial, o hospital oferece 15 especialidades médicas como dermatologia, urologia, ginecologia, otorrinolaringologia, cirurgia plástica e reprodução humana. No local também é possível realizar exames laboratoriais e de imagem. “A preocupação com o paciente foi fundamental para nossa expansão. Hoje ele pode fazer praticamente tudo em apenas um lugar. Nós temos todas as especialidades odontológicas, com vinte e cinco dentistas super qualificados e habilitados; um centro cirúrgico equipado e várias especialidades médicas”.

Na odontologia, uma novidade que pode agradar muitos pacientes que ainda têm medo de ir ao dentista já faz parte da rotina dos profissionais do Hospital Jório da Escóssia. Eles são os primeiros do norte-nordeste que utilizam um aparelho que aplica anestesia sem agulha. Ou seja: completamente sem dor.

Para doutor Jório, uma coisa que nunca sai de moda é a ortodontia, já que um sorriso alinhado, é o desejo de muitas pessoas. A correção dos dentes pode ser feita da maneira convencional, com o aparelho metálico, ou com técnicas mais modernas como os aparelhos de porcelana, invisível e lingual.

Além do sorriso certinho, os pacientes buscam dentes brancos. Eles conseguem atingir o objetivo através do clareamento, das facetas de porcelana e até das lentes de contato. “Depende da situação de cada paciente. O importante é conseguirmos um sorriso bonito, branco e, principalmente, natural”, pondera.

Mas não é só de sorrisos que vive o consultório de doutor Jório. Desde a resolução dos Conselhos Federais de Medicina e de Odontologia de setembro de 2016, os dentistas especializados podem realizar procedimentos estéticos na face com o uso de algumas técnicas cirúrgicas.

A “Harmonização Facial” é a grande estrela do momento, é o conjunto de técnicas que juntas promoverem simetria facial, disfarçando imperfeições, e, consequentemente, devolvendo autoestima dos pacientes. Os procedimentos são considerados simples, como a correção de rugas, afinamento facial, preenchimento de lábios e bichectomia. A lipo de papada  é um técnica não cirúrgica super procurada no momento que serve para retirar aquelas gordurinhas indesejadas, ajudando a recuperar o contorno facial, favorecendo o rejuvenescimento.

Por isso tudo, o doutor Jório Júnior encerra nosso bate papo dizendo que o Hospital Jório da Escóssia proporciona aos seus pacientes uma experiência completa de beleza e saúde para toda a família. Ele ainda garante que muito ainda está por vir e já está tirando do papel algumas novidades que, em breve, vai contar pra gente. Mas ninguém duvida que vem coisa boa por aí.

A segmentação do mercado luxuoso não é mais concebida de uma única forma de luxo. Atualmente, esse mercado se expande de forma acentuada já que não é possível enquadrar todos os artigos em um único contexto, nem destiná-los a uma classe específica e limitada de consumidores. Por esse fator há vários níveis de luxo, que servem a públicos diferentes. Segundo a especialista no mercado de luxo, Carolina Boari, os produtos deste segmento podem ser enquadrados em três esferas diferenciadas, de acordo com o grau de acessibilidade como superluxo, luxo intermediário e luxo acessível.

“Essa divisão do mercado em subconjuntos homogêneos é para atender clientes que compartilham desejos, necessidades, características e comportamento semelhantes”, explica Carolina. A partir desses conjuntos é selecionado o mercado alvo que permite definir as ofertas em termos de design, preço, distribuição e serviços que satisfaçam seus clientes específicos, canalizando capital e esforços para os setores potencialmente mais lucrativos.

Superluxo

Os produtos classificados como superluxo, ou luxo inacessível, são considerados top de linha, extremamente caros, prestigiosos, que apresentam elevado grau de perfeição e características sensíveis de excelência. A fabricação é realizada artesanalmente, possuindo normas rígidas de produção e uma distribuição estritamente seletiva. “Os produtos enquadrados nessa esfera são mais difíceis de serem copiados, sendo acessíveis a poucos consumidores”, observa a especialista em luxo. Segundo ela, estes produtos podem ser exemplificados inclusive pelo altpo valor de sua aquisição. “Eles são as obras de arte, palácios, alta joalheria, alta-costura, iates e aviões particulares”, explica a especialista.

Luxo intermediário 

Já os pertencentes ao grupo de luxo intermediário são produtos mais acessíveis em relação aos artigos de superluxo, pois, conservam características de distinção, sofisticação e prestígio em comparação aos produtos de consumo corrente. “Encontram-se disponíveis a uma maior parcela de consumidores, que busca, nesses artigos, símbolos que representem seu elevado poder aquisitivo”, aponta Carolina. São exemplos desse segmento as coleções prêt-à-porter, bolsas, sapatos, gravatas, lenços e carteiras.

Luxo acessível

O segmento de luxo acessível é constituído por produtos com mais disponibilidade e conhecimento por parte do consumidor e apresentam mais divulgação em relação aos pertencentes aos outros níveis de luxo. Em função de uma ampla distribuição, muitas vezes, coabitam no ponto de venda com produtos de massa. “Por essas razões, portanto, mais fáceis de serem adquiridos”, salienta a especialista. Esse segmento é composto por perfumes, cosméticos, gastronomia, vinhos e destilados. 

O mercado de luxo compreende vários segmentos

Em 2014, a moda (alta-costura e prêt-à-porter) representou 25% de todo esse mercado. O consumo de moda masculina aumenta vertiginosamente, muito em função da abertura de novas lojas em pontos estratégicos, como, por exemplo, em Hong Kong. O setor de acessórios, óculos, cintos, bolsas, representa 28% de todo o mercado de luxo. Os calçados representam um quinto das vendas desse segmento, apresentando aumentos consecutivos.

A esfera da perfumaria, incluindo cosméticos, disponibiliza produtos caracterizados como “aperitivos”, pois permitem a entrada no segmento do luxo, representando 20% de participação. Mais do que perfumes, a venda de cremes que previnem o envelhecimento foi a mais alta deste segmento, corroborando com o ideal da eterna juventude propagado na contemporaneidade. “O setor de joalheria, hard luxury (luxo insensível), representa 23% do mercado do luxo no mundo, sendo que esse segmento também teve vendas impulsionadas pelo público masculino, em função, principalmente, do consumo de relógios”, conclui Carolina Boari.

 Mercado de Luxo

 

Aos treze anos de idade Dani Gondim embarcou para São Paulo rumo à sua primeira participação em uma semana de moda. Desde então, dez anos se passaram e o amor pela profissão que ela nunca sonhou em seguir na infância só cresceu, e a garota inquieta resolveu alçar voos maiores. Como modelo, Dani já foi recordista de desfiles no São Paulo Fashion Week com apenas 13 anos. Também morou em Milão e Barcelona e fotografou para campanhas de grandes marcas internacionais como a Maison Moschino.

Ser atriz, para Dani, também não aconteceu por acaso. A atuação, aliás, é uma paixão antiga, que faz parte da vida de Dani antes mesmo do mundo da moda. A modelo então resolveu ir além e se matriculou em um curso de teatro em São Paulo, cidade onde reside atualmente. Foi aí que surgiu um teste para a TV Globo. Na emissora, participou de um workshop e entrou no cadastro de atores.

“Logo depois disso continuei a viajar trabalhando como modelo. Foi quando recebi uma ligação me convidando para fazer essa participação em “Malhação”, já que precisavam de alguém com o meu perfil”, comenta. A partir daí, Dani hoje enfrenta uma jornada intensa de trabalho, tentando conciliar as duas profissões.

Atualmente, integra o elenco da novelinha infantil Carinha de Anjo, do SBT. Depois de uma participação em Cúmplices de Um Resgate, a modelo e atriz foi convidada para viver seu primeiro grande papel na TV. A loira de olhos azuis dará vida à vilã Nicole, uma modelo sedutora, envolvente, possessiva, que se faz de jovem ingênua e carente para conseguir todos os seus objetivos e fará de tudo para tirar a fortuna da família da doce Dulce Maria, vivida pela atriz Lorena Queiroz. “É uma grande honra fazer parte desse elenco maravilhoso. Tem sido um grande aprendizado. Existe troca, respeito e cumplicidade entre todos. Estou muito feliz”, comemora.

Por conta da profissão, Dani se divide entre São Paulo e Fortaleza. Mesmo com a rotina atribulada, a top prova que é possível manter um dia a dia saudável, sem muitas complicações. Em seu perfil no Instagram - @danigondim1 - ela compartilha imagens de seu estilo de vida, com cliques de seus trabalhos, viagens, exercícios físicos, momentos em família e com o amor.

Apesar de exaustiva, Dani leva sua rotina de maneira suave, sempre com um mega sorriso no rosto. Mesmo sentindo muita saudade e falta de ter mais momentos com a família, a atriz percebe que esse é o momento de investir em sua carreira. “Acredito que tudo está acontecendo no momento certo. Não tenho grandes pretensões, o que desejo mesmo é um dia parar e pensar: estou realizada”, desabafa.

Essa realização completa, porém, provavelmente virá com a concretização do sonho de atuar nos palcos de teatro ou na tela do cinema. “Minha intenção ao buscar estudar teatro e cinema é ter a oportunidade de interpretar personagens que vão além da menininha bonitinha. Quero interpretar um homem, uma maluca ou qualquer outro personagem que não me limite à aparência”, declara.